- Governo da Paraíba decretou calamidade pública após fortes chuvas; o governador Lucas Ribeiro coordena a resposta emergencial desde a sexta-feira, 1º.
- Municípios mais atingidos tiveram índices recordes: Alhandra 191 mm, Pilar 170 mm, São José dos Ramos 128 mm e Mogeiro 117 mm, superando volumes dos últimos 30 anos.
- Mais de sessenta bombeiros militares foram mobilizados; comitê de trabalho reúne Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, DER e Secretaria de Desenvolvimento Humano.
- Rodovias ficaram comprometidas: PB-032 (Pedras de Fogo), PB-054 (Itabaiana a BR-230, com rompimento) e PB-066 (Ingá, rompimento de estrutura).
- Região Litoral Norte acompanha Rio Tinto; Campina Grande não registra ocorrências graves; Sertão continua com chuvas dentro da normalidade.
O governador Lucas Ribeiro decretou calamidade pública na Paraíba e mobilizou uma força-tarefa para coordenar a resposta emergencial após as fortes chuvas que atingiram o estado. Desde as primeiras horas desta sexta-feira (1º), ele passou a coordenar a operação.
Municípios registraram os maiores volumes de chuva: Alhandra 191 mm, Mogeiro 117 mm, Pilar 170 mm e São José dos Ramos 128 mm, todos índices recordes. Os dados são da Agência Executiva de Gestão das Aguas do Estado da Paraíba (AEGA-PB).
De acordo com o governo, Ingá, Itabaiana, Mogeiro, Pilar e Salgado de São Félix aparecem entre os locais com a situação mais crítica. Ao todo, mais de 60 bombeiros militares foram mobilizados para atuar nesses municípios.
Regiões afetadas
No Litoral Norte, equipes monitoram comunidades em Rio Tinto devido à elevação no nível dos rios. Em Campina Grande, a operação registra ausência de ocorrências graves até o momento.
Na capital e na Região Metropolitana, os trabalhos seguem em nível elevado; no Sertão, as chuvas permanecem dentro da normalidade.
Trechos de rodovias estaduais ficaram comprometidos: PB-032, em Pedras de Fogo; PB-054, entre Itabaiana e a BR-230, com rompimento no encontro de ponte; e PB-066, em Ingá, com rompimento de estrutura que interrompe a ligação entre Itabaiana e Mogeiro.
O governo formou um comitê de trabalho reunindo Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, DER-PB e a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano.
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