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Zema publica vídeo defendendo trabalho na adolescência

Zema defende ampliar oportunidades de trabalho para adolescentes com proteção legal e jornadas reduzidas; propõe mudanças na legislação além do modelo de jovem aprendiz

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República Romeu Zema (Novo) — Foto: Washington Alves/Valor
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  • Zema, ex-governador de Minas e pré-candidato à Presidência, publicou vídeo defendendo o trabalho na adolescência, dizendo que educação e trabalho formam caráter.
  • Ele disse que, no Brasil, já é permitido trabalhar a partir de 14 anos como jovem aprendiz e pediu ampliar oportunidades com proteção, sem atrapalhar a escola.
  • O IBGE registra que, em 2024, havia 1,6 milhão de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil; Zema criticou a informalidade.
  • O ex-governador afirmou que jovens sem educação ou trabalho podem virar alvo de facções criminosas, defendendo que haja portas abertas para aprendizado e trabalho honesto.
  • Em podcast recente, Zema contou que tirou a carteira aos 14 anos e começou a trabalhar aos 5, atacando a ideia de que jovens não podem trabalhar e citando comparação com os Estados Unidos.

Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência, publicou neste sábado um vídeo defendendo o trabalho na adolescência. Ele afirma que educação e trabalho digno formam caráter e futuro. A postagem ocorreu nas redes sociais.

O ex-governador sustenta que o Brasil já permite trabalhar a partir dos 14 anos na condição de jovem aprendiz, mas defende mudanças na legislação para ampliar oportunidades com proteção, sem prejudicar a escola, segundo o vídeo.

Segundo dados do IBGE, em 2024 havia 1,6 milhão de crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos em situação de trabalho infantil no Brasil. Zema afirma que milhares já trabalham hoje na informalidade, sem regras ou proteção.

Contexto legal e dados

No episódio de um podcast, Zema relatou ter começado a trabalhar aos 5 anos e tirado a carteira aos 14. Ele diz que a ideia de proibir o trabalho infantil no Brasil é inadequada e cita exemplos de outros países com regras diferentes.

Ele critica o que chama de narrativa de que o trabalho infantil prejudica crianças e cita os Estados Unidos, onde há trabalhos simples para jovens. O ex-governador afirma que é possível conciliar ensino, proteção e oportunidades de aprendizagem.

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