- O Tribunal Superior Eleitoral cassou Edilson Damião e tornou Denarium inelegível por oito anos, após julgamento concluído na quinta-feira (30).
- A decisão determina a realização de novas eleições diretas em Roraima, com o presidente da Assembleia Legislativa assumindo o governo de forma interina até lá.
- Edilson Damião, ex-governador pelo União Brasil, afirmou que deixo o governo por decisão da Justiça, mas que seus direitos políticos estão garantidos e que será pré-candidato ao governo na próxima eleição.
- Damião disputará tanto a nova eleição direta quanto o pleito geral previsto para outubro, mantendo apoio da população e dos servidores públicos para dar continuidade ao que chamou de reconstrução do estado.
- O caso envolve acusações de abuso de poder político e econômico na campanha de 2022, incluindo distribuição de benefícios, repasse de cerca de R$ 70 milhões a municípios sem critérios legais e gastos irregulares com publicidade institucional.
Edilson Damião, ex-governador de Roraima, anunciou a pré-candidatura ao governo do estado após a decisão do TSE que cassou seu mandato. O político afirma que seus direitos políticos permanecem garantidos e que continuará a atuar pela população.
A decisão do TSE envolve o antigo governo, com cassação de Damião e inelegibilidade de Denarium por oito anos. Até a escolha direta, o presidente da Assembleia assume o comando interinamente.
O anúncio ocorreu na sexta-feira, 1º, após o TSE ter julgado o caso na véspera. Em vídeo divulgado nas redes, Damião ressalta que respeita a decisão judicial e busca manter a reconstrução do estado.
Damião era vice de Antonio Denarium, que renunciou ao cargo em março para concorrer ao Senado. O TSE determinou a continuidade de eleições diretas para o estado.
Entenda o caso
O TSE concluiu o julgamento na quinta-feira, 30, com a cassação de Damião e a inelegibilidade de Denarium. A decisão também determina eleições diretas em Roraima.
A acusação aponta abuso de poder político e econômico na campanha de 2022. Entre os elementos citados estão uso de programas sociais e recursos públicos para vantagem eleitoral. Também houve repasse de cerca de 70 milhões a municípios e gastos com publicidade institucional considerados irregulares.
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