- O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, é pré-candidato do Novo à Presidência e afirma ser o único vindo do setor privado.
- Ele critica famílias que, segundo ele, passam décadas no setor público e questiona o modelo mental de achar que o setor público é a solução.
- Zema diz que o setor público é muitas vezes problema e sustenta que o Estado é gigantesco e ineficiente, defendendo aumento de eficiência de 1% ao ano.
- Propõe a privatização de tudo e um pacote fiscal que, segundo ele, pode gerar economia de até R$ 10 trilhões em 20 anos; afirma que nenhum outro candidato propôs medidas semelhantes.
- Pesquisas recentes atribuídas a AtlasIntel e Quaest indicam cenários mistos para a eleição, com Lula empatado em 2º turno com Flávio Bolsonaro e Zema, e aprovação da gestão de Zema por 52% dos mineiros.
Romeu Zema, pré-candidato do Novo à Presidência, afirmou que é o único entre os concorrentes com origem no setor privado. Em entrevista ao Canal Livre, no domingo (3 mai 2026), o ex-governador de Minas Gerais disse que famílias ligadas ao poder público há décadas recorrem ao Estado para resolver problemas e que o setor privado precisa ser visto como solução.
Segundo Zema, o setor público costuma gerar ineficiências e gargalos. Ele defendeu metas de melhoria gradual da eficiência de institutos e autarquias, citando um ganho de 1% ao ano. O ex-governador criticou o gigantismo estatal e o acúmulo de cargos no setor público.
O pré-candidato comentou ainda o que chama de pacote econômico de privatizações abrangentes, que incluiria privatizar atividades consideradas estratégicas. Ele afirmou que a proposta resultaria em economia de até R$ 10 trilhões em 20 anos, destacando que nenhum outro concorrente apresentou medidas semelhantes.
Além do tema econômico, o conteúdo de pesquisa recente sobre Minas Gerais foi citado como referência para o cenário nacional. Levantamentos da AtlasIntel indicaram empate entre Lula, Flávio Bolsonaro e Zema em cenários de 2º turno, conforme divulgado na última semana. Também há divulgação de estudo da Quaest apontando aprovação de 52% da população mineira à gestão do ex-governador.
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