- O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, afirmou em vídeo publicado nas redes sociais que a tramitação do projeto que acaba com a escala 6 X 1 deverá expor o posicionamento dos congressistas.
- A proposta, enviada pelo governo Lula ao Congresso com regime de urgência, prevê jornada semanal de quarenta horas sem corte salarial e fim do modelo de trabalho de seis dias consecutivos com um descanso.
- Boulos disse que votar contra o projeto seria negar melhores condições de vida aos trabalhadores, separando quem está do lado do trabalhador e do lado da exploração.
- Ele citou pais, mães e jovens que conciliam estudos, além de crianças que teriam menos tempo em casa, ao defender o projeto.
- O envio do projeto marca um momento decisivo no debate sobre direitos trabalhistas; a proposta ainda precisa ser analisada e votada pelo Congresso antes de chegar a eventual sanção presidencial.
O ministro Guilherme Boulos, da Secretaria-Geral da Presidência, afirmou em vídeo divulgado nesta segunda-feira, 4 de maio de 2026, que a tramitação do projeto de lei que altera a escala de trabalho deve expor o posicionamento dos congressistas. A fala ocorreu nas redes sociais, enquanto o governo encaminhava a proposta ao Congresso.
O projeto enviado pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva estabelece uma jornada semanal de 40 horas, sem reduzir salários, e encerra o regime de 6 dias consecutivos de trabalho com 1 de descanso. A medida tramita com regime de urgência. O objetivo é ampliar as condições de vida dos trabalhadores, segundo o Planalto.
Boulos destacou que a votação do texto pode separar posições entre apoiadores da melhoria de condições e defensores da manutenção do modelo atual. Segundo ele, a aprovação seria uma vitória para trabalhadores que enfrentam longas jornadas, famílias que cuidam de crianças e jovens que conciliam estudo e trabalho.
O ministro também citou impactos na vida de pais que trabalham excessivamente, ressaltando a necessidade de equilibrar o tempo dedicado à família. A declaração reforça o alinhamento do governo com pautas trabalhistas e a defesa de mudanças no formato de consumo de tempo no trabalho.
De acordo com Boulos, o envio do projeto representa um momento decisivo no debate sobre direitos trabalhistas no país. A proposta ainda precisa passar pela análise e votação pelo Congresso antes de possível sanção presidencial, conforme o regulamento do processo legislativo.
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