- O ministro da Defesa, José Múcio, disse que as Forças Armadas prestam enorme serviço ao país, citando atuação em grandes eventos climáticos nos últimos anos (Rio Grande do Sul, Pantanal e litoral de São Paulo).
- A declaração ocorreu na abertura do Mecodex 2026, exercício de cooperação em desastres, na Escola Superior de Defesa, em Brasília.
- O Mecodex 2026, quinta edição, ocorre de 4 a 7 de maio e pela primeira vez é sediado no Brasil, reunindo representantes nacionais e internacionais para integrar capacidades civis e militares.
- Os treinamentos vão abranger planejamento, logística, mobilidade e comando de operações, simulando estiagem na Amazônia e queimadas no Pantanal.
- Participam Sedec, Agência Brasileira de Cooperação, Ibama e outras instituições, em contexto de chuvas intensas no Nordeste que deixaram mais de 3.000 desabrigados/desalojados, 8 mortos e afetaram mais de 18.000 pessoas.
O ministro da Defesa, José Múcio, afirmou que as Forças Armadas prestam um grande serviço ao país, destacando a atuação em eventos climáticos nos últimos anos no Rio Grande do Sul, no Pantanal e no litoral de São Paulo. A declaração ocorreu nesta segunda-feira, durante a abertura do Mecodex 2026.
O Mecodex 2026, realizado na Escola Superior de Defesa, em Brasília, reúne representantes civis e militares, com participação internacional. O exercício, em sua 5ª edição, acontece de 4 a 7 de maio e tem como objetivo integrar capacidades de resposta a desastres naturais.
Mecodex 2026: objetivos e participantes
A programação inclui treinamentos de planejamento, logística, mobilidade e comando de operações para crises. O encontro busca fortalecer a cooperação entre setores públicos e organizações internacionais na gestão de emergências.
Dois cenários simulados estão previstos: estiagem na Amazônia e queimadas de grande proporção no Pantanal. Participam Sedec, ABC do Ministério das Relações Exteriores, Ibama e outras entidades nacionais e internacionais.
Contexto recente de chuvas no Nordeste
A abertura ocorre após fortes chuvas no Nordeste, que deixaram mais de 3 mil desabrigados ou desalojados em Pernambuco e na Paraíba. Até o momento, as tempestades registraram ao menos oito mortes e atingem mais de 18 mil pessoas de forma direta ou indireta.
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