- A EEOC processou o New York Times, alegando discriminação por raça/sexo na não promoção de um editor branco e homem a viceeditor de imóveis.
- O empregado, que trabalha no Times desde 2014, afirmava ter mais qualificação do que o finalista escolhido para a posição anunciada em janeiro de 2025.
- Segundo a ação, o Times não incluiu o empregado entre os quatro finalistas; a vaga foi preenchida por Monica Burton, ex-Vox Media.
- A queixa cita que a prática de diversificação pode ter reduzido a participação de líderes brancos, incluindo homens, nos cargos de liderança.
- O Times negou as acusações, afirmou que a seleção foi meritocrática e disse que pretende se defender vigorosamente na Justiça.
A EEOC acionou o New York Times na terça-feira, alegando que a jornalista executiva branca e masculina foi preterida em uma promoção devido a raça e sexo. A ação sustenta discriminação no processo seletivo para o cargo de deputy real estate editor.
O funcionário não teve o nome divulgado no processo, mas é descrito como editor desde 2014 e chefe de equipe sênior na editoria internacional por mais de nove anos. A queixa afirma que ele atendia a todos os requisitos da vaga.
Conforme a ação, o Times não selecionou o candidato para a final da promoção; nenhum homem branco integrou os quatro finalistas. A vaga acabou ficando com Monica Burton, ex-menteira da Vox Media no portal Eater.
A peça legal contesta as práticas de diversidade da empresa, incluindo ações de liderança, acusando a organização de buscar reduzir a participação de homens brancos em posições de comando. A EEOC pediu backpay e indenizações.
O Times informou que vai contestar a ação. Em nota, a empresa disse rejeitar as alegações como motivadas politicamente e reforçou que suas práticas são baseadas no mérito e na qualificação.
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