- O senador Eduardo Girão cobrou a instalação de uma CPI para investigar irregularidades envolvendo o Banco Master.
- Ele questionou a mudança de posição de governistas, que passaram a defender a investigação após resistirem à proposta.
- O pronunciamento relaciona a mudança de postura a um momento de crise política, com rejeição da indicação do advogado-geral da União ao STF e derrubada de veto ao Projeto de Lei da Dosimetria.
- Girão pediu que a apuração seja independente e abrangente, incluindo possíveis vínculos de agentes públicos.
- Há três caminhos para abrir a CPI: pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ou por dois ministros do STF, Kassio Nunes Marques e André Mendonça, conforme ele explicou.
Em Plenário nesta terça-feira (5), o senador Eduardo Girão (Novo-CE) pediu a instalação de uma CPI para apurar irregularidades envolvendo o Banco Master. A proposta visa esclarecer possíveis falhas e vínculos de agentes públicos com o tema.
Girão questionou a mudança de posição de parlamentares do governo, afirmando que algumas vozes passaram a defender a abertura de investigação após resistirem à ideia. O parlamentar marcou a relevância de apuração independente para esclarecer o que chamou de possível envolvimento de autoridades.
Segundo o senador, o momento político recente inclui a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF, e a derrubada de veto presidencial ao Projeto de Lei da Dosimetria. Ele associou esses episódios a denúncias que envolvem autoridades dos três poderes e figuras ligadas ao sistema financeiro.
Para abrir a CPI, Girão apontou três caminhos: via presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ou por meio de ordem de dois ministros do STF, Kassio Nunes Marques e André Mendonça, que analisam pedidos de abertura. O objetivo é permitir uma apuração ampla e independente sobre eventuais vínculos envolvendo agentes públicos.
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