- Lula da Silva e Flávio Bolsonaro visitam os Estados Unidos nesta semana, ambos com pautas eleitorais no radar.
- Flávio Bolsonaro chegou aos EUA no início da semana; jantar com empresários em Miami, na casa de Marcelo Kayath, ocorreu na noite de segunda-feira (4).
- O pré-candidato afirmou que a agenda é pró-mercado, com desburocratização e redução da carga tributária para atrair investimentos.
- Flávio retornará ao Brasil na quarta-feira (6); Lula embarca aos EUA na mesma semana para encontro com o presidente Donald Trump na quinta-feira (7).
- Em pauta com Trump, devem estar tarifaço, combate ao crime organizado e minerais críticos; podem ocorrer acordos de cooperação em segurança pública e minerais críticos.
Alguns dos nomes mais citados na política brasileira nesta semana ganham destaques em visitas aos Estados Unidos, com agendas voltadas ao cenário eleitoral. Lula da Silva e Flávio Bolsonaro viajaram ao exterior, cada um em momentos e com objetivos distintos, mantendo o foco no pleito de outubro.
Flávio Bolsonaro percorre solo americano desde o início da semana, com reuniões voltadas ao viés pró-mercado. Em Miami, ele participou de um jantar com empresários na casa de Marcelo Kayath, ex-diretor do Credit Suisse, na noite de segunda-feira. O encontro reuniu banqueiros, investidores e grandes varejistas.
O senador também teve encontros com Eduardo Bolsonaro e participou de agendas ao lado do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, em parte dos compromissos. Há expectativa de lançar Eduardo como suplente para o Senado em São Paulo, dependendo dos desdobramentos políticos.
A agenda de retorno de Flávio ao Brasil está marcada para quarta-feira, dia 6, mesmo dia em que Lula deve embarcar para os EUA. Interlocutores afirmam que as atividades de ambos não estão vinculadas entre si.
Encontro com Trump
A única agenda confirmada de Lula nos EUA é uma reunião com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na quinta-feira, 7. Caminhos em pauta incluem tarifa externa, combate ao crime organizado e minerais críticos, de interesse estratégico para o governo.
Aliados apontam a possibilidade de o encontro renovar a imagem da administração federal, ainda sob escrutínio após decisões recentes no STF. Além disso, podem sair acordos de cooperação em segurança pública e minerais críticos, considerados relevantes para a corrida eleitoral.
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