- A ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, afirmou que ninguém sai igual depois da violência, e que é preciso transformar a realidade, durante o lançamento do programa Juntos Por Elas em Brasília, no Caixa Cultural.
- O evento marcou a assinatura de acordos de cooperação técnica e o início de uma estratégia nacional de enfrentamento à violência de gênero, envolvendo governo federal, organismos internacionais e lideranças institucionais.
- Barros destacou a desigualdade racial no impacto da violência, afirmando que mulheres negras são as mais atingidas e ligando o problema ao racismo estrutural e à desigualdade social.
- A ministra citou o Pacto Nacional contra o Feminicídio e disse que combater o feminicídio exige segurança, justiça, saúde, assistência, renda e emprego, com foco na prevenção.
- O programa Juntos Por Elas utiliza a estrutura da Caixa para ampliar ações de prevenção e acolhimento, promovendo articulação entre Estado e sociedade para transformar trajetórias de mulheres atendidas.
O lançamento do programa “Juntos Por Elas – Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres” ocorreu na manhã desta terça-feira (5/5), na Caixa Cultural Brasília. A cerimônia reuniu autoridades federais, representantes de organismos internacionais e lideranças institucionais para assinatura de acordos de cooperação técnica e o início de uma estratégia nacional de enfrentamento à violência de gênero.
A ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, destacou a necessidade de ações concretas para transformar a realidade das mulheres que vivenciam violência. Ela ressaltou que ninguém fica igual após passar por esse tipo de experiência e que o país precisa atuar com urgência.
A fala da ministra enfatizou a desigualdade racial nos impactos da violência. Segundo Barros, mulheres negras são as mais afetadas, o que envolve racismo estrutural, desigualdade social e condições de território. O recorte racial foi apresentado como parte central da agenda.
Segundo a dirigente, o programa apresentado pela Caixa Cultural demonstra que é possível avançar por meio de articulação institucional, uso de dados e políticas públicas efetivas. Ela ressaltou a importância de ações estruturadas para ampliar prevenção e acolhimento.
O Pacto Nacional contra o Feminicídio foi citado como marco da agenda pública. A ministra afirmou que a prevenção precisa estar no centro das políticas, incluindo segurança, justiça, saúde, assistência, renda e emprego, para reconstruir vidas.
A vocês, a ministra mencionou que a luta envolve governo e sociedade. Ela defendeu uma atuação integrada entre Estado e cidadãos para enfrentar a violência contra mulheres, com engajamento de diferentes setores.
O programa “Juntos Por Elas” surge como resposta para ampliar o alcance de ações de prevenção e acolhimento. A iniciativa utiliza a estrutura da Caixa para levar informação e apoio a diferentes regiões do Brasil, fortalecendo redes de proteção.
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