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Ministra afirma que violência nos transforma, mas há caminho para transformação

Ministra destaca que violência não transforma; programa Juntos Por Elas amplia ações contra feminicídio e desigualdade racial

Ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros. - (crédito: Foto: Bruno Fernandes/MIR)
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  • A ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, afirmou que ninguém sai igual depois da violência, e que é preciso transformar a realidade, durante o lançamento do programa Juntos Por Elas em Brasília, no Caixa Cultural.
  • O evento marcou a assinatura de acordos de cooperação técnica e o início de uma estratégia nacional de enfrentamento à violência de gênero, envolvendo governo federal, organismos internacionais e lideranças institucionais.
  • Barros destacou a desigualdade racial no impacto da violência, afirmando que mulheres negras são as mais atingidas e ligando o problema ao racismo estrutural e à desigualdade social.
  • A ministra citou o Pacto Nacional contra o Feminicídio e disse que combater o feminicídio exige segurança, justiça, saúde, assistência, renda e emprego, com foco na prevenção.
  • O programa Juntos Por Elas utiliza a estrutura da Caixa para ampliar ações de prevenção e acolhimento, promovendo articulação entre Estado e sociedade para transformar trajetórias de mulheres atendidas.

O lançamento do programa “Juntos Por Elas – Pelo Fim da Violência Contra as Mulheres” ocorreu na manhã desta terça-feira (5/5), na Caixa Cultural Brasília. A cerimônia reuniu autoridades federais, representantes de organismos internacionais e lideranças institucionais para assinatura de acordos de cooperação técnica e o início de uma estratégia nacional de enfrentamento à violência de gênero.

A ministra da Igualdade Racial, Rachel Barros, destacou a necessidade de ações concretas para transformar a realidade das mulheres que vivenciam violência. Ela ressaltou que ninguém fica igual após passar por esse tipo de experiência e que o país precisa atuar com urgência.

A fala da ministra enfatizou a desigualdade racial nos impactos da violência. Segundo Barros, mulheres negras são as mais afetadas, o que envolve racismo estrutural, desigualdade social e condições de território. O recorte racial foi apresentado como parte central da agenda.

Segundo a dirigente, o programa apresentado pela Caixa Cultural demonstra que é possível avançar por meio de articulação institucional, uso de dados e políticas públicas efetivas. Ela ressaltou a importância de ações estruturadas para ampliar prevenção e acolhimento.

O Pacto Nacional contra o Feminicídio foi citado como marco da agenda pública. A ministra afirmou que a prevenção precisa estar no centro das políticas, incluindo segurança, justiça, saúde, assistência, renda e emprego, para reconstruir vidas.

A vocês, a ministra mencionou que a luta envolve governo e sociedade. Ela defendeu uma atuação integrada entre Estado e cidadãos para enfrentar a violência contra mulheres, com engajamento de diferentes setores.

O programa “Juntos Por Elas” surge como resposta para ampliar o alcance de ações de prevenção e acolhimento. A iniciativa utiliza a estrutura da Caixa para levar informação e apoio a diferentes regiões do Brasil, fortalecendo redes de proteção.

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