- Pesquisa Real Time Big Data indica que noventa por cento dos entrevistados são favoráveis à redução da maioridade penal de dezoito para dezesseis anos; oito por cento discordam e dois por cento não souberam ou não quiseram responder.
- Entre eleitores de Lula, oitenta e um por cento aprovam a medida e dezesseis por cento discordam.
- Entre apoiadores de Flávio Bolsonaro, dezesseis por cento discordam e quatro por cento não souberam responder.
- Entre eleitores de Caiado, noventa e oito por cento são favoráveis, um por cento discorda.
- Entre eleitores de Zema e de Renan Santos, respectivamente noventa e sete por cento e noventa e sete por cento aprovam; um e dois por cento discordam, com exceção de Renan Santos, em que dois por cento discordam. Entre eleitores de Ciro Gomes, oitenta e quatro por cento apoiam a medida e quinze por cento não concordam.
O levantamento Real Time Big Data, divulgado nesta terça-feira, 5, aponta que a maioria dos entrevistados é favorável à redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. A pesquisa ouviu eleitores de Lula, Flávio Bolsonaro, Caiado e Zema.
No conjunto, 90% aprovam a medida; 8% discordam; 2% não souberam ou não quiseram responder. A maior adesão ficou entre eleitores de Flávio Bolsonaro e Caiado, com 96% e 98% de apoio, respectivamente.
Entre os apoiadores de Lula, 81% aprovam a mudança, enquanto 16% são contrários. Em relação a Ciro Gomes, 84% dos eleitores dizem considerar válida a redução, com 14% de desaprovação.
O índice de aprovação é ainda mais alto entre eleitores de Zema (97%) e Renan Santos (97%), com 1% e 2% de discordância, respectivamente. A pesquisa também ouviu os eleitores de Caiado, Zema e Renan Santos sobre o tema.
Entre os eleitores de Ronaldo Caiado, o total que apoia o projeto chega a 98%, seguido por 1% que desaprova. Já entre os que declararam voto em Romeu Zema, 97% aprovam, com 2% desaprovando.
Histórico do debate
O tema já é alvo de debate há anos no Congresso. Em 2015, a Câmara aprovou a PEC que reduzia a maioridade penal para 16 anos, mas o Senado arquivou a matéria. Na ocasião, o então presidente da Câmara, Eduardo Cunha, impulsionou a aprovação.
A proposta de 2015 causou ruptura entre Cunha e a então presidente Dilma Rousseff. O projeto chegou a avançar na Câmara, porém não prosperou no Senado, onde foi arquivado posteriormente.
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