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Acre exonera padrasto de adolescente após ataque em escola em Rio Branco

Padrasto de adolescente é exonerado pelo governo do Acre após ataque em escola de Rio Branco; defesa afirma acesso indevido à arma

Vários policiais em frente ao Instituto São José, com viaturas estacionadas na entrada principal do prédio. Fachada do instituto com letreiro azul e placa da UNIP ao lado.
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  • Governo do Acre exonerou o padrasto do adolescente de 13 anos apreendido após ataque a tiros no Instituto São José, em Rio Branco; a exoneração saiu em edição extra do Diário Oficial e também houve decreto de luto oficial de três dias.
  • A pistola usada no ataque pertence ao padrasto, que ocupava um cargo em comissão.
  • Quatro pessoas foram atingidas: três funcionárias e um aluno; morreram a auxiliar administrativa Raquel Sales Feitosa, 36 anos, e a inspetora Alzenir Pereira da Silva, 53.
  • O adolescente segue apreendido; o celular dele foi apreendido e as investigações analisam diferentes linhas para entender motivação do ataque; defesa afirma que ele teve acesso indevido à arma.
  • O crime ocorreu no Instituto São José, escola estadual; a Secretaria de Educação suspendeu as aulas da rede estadual por três dias.

O governo do Acre exonerou o padrasto de um adolescente de 13 anos apreendido após o ataque a tiros no Instituto São José, em Rio Branco. O caso deixou duas pessoas mortas na terça-feira. A pistola usadapertencia ao homem, que ocupava um cargo em comissão.

A exoneração foi publicada em edição extra do Diário Oficial, junto com decretos da governadora Mailza Assis Cameli. A medida inclui luto oficial de três dias pelas vítimas.

A defesa do padrasto afirma que o jovem teve acesso indevido à arma, sem autorização ou conhecimento prévio. Segundo o texto, o investigado não teve participação, incentivo ou anuência no ataque.

A Polícia Civil registrou um TCO contra o padrasto. Ele foi detido na terça, interrogado e liberado. A defesa do adolescente não foi localizada pela polícia.

Quatro pessoas foram atingidas pelos disparos: três funcionárias e um aluno. Raquel Sales Feitosa, 36, e Alzenir Pereira da Silva, 53, morreram. As duas feridas receberam alta, uma criança de 11 anos não teve fraturas.

Uma das servidoras feridas deverá passar por cirurgia ambulatorial previamente agendada. O adolescente segue apreendido, e o celular dele foi recolhido para análise de diferentes linhas de investigação.

O comandante do Bope informou que o jovem, estudante da escola, não teve dificuldades para entrar no prédio e estava com dois carregadores municiados. Ele se entregou após o ataque.

O Instituto São José é uma escola estadual. A SEE suspendeu todas as aulas da rede estadual por três dias.

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