Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

PGR pede a Mendonça para manter prisão de ex-presidente e ex-diretores do INSS

PGR pede ao STF a manutenção das prisões de ex-dirigentes do INSS, argumentando que o quadro para decretação persiste e não há motivos para revogação

Sede da Procuradoria-Geral da República (PGR), o órgão máximo do Ministério Público Federal (MPF), em Brasília (Foto: José Cruz/Agência Brasil)
0:00
Carregando...
0:00
  • A PGR pediu ao ministro do STF, André Mendonça, que mantenha a prisão preventiva de Alessandro Stefanutto e de dois ex-dirigentes do INSS ( Virgílio Antônio Ribeiro de Oliveira Filho e André Paulo Fidélis ), presos desde novembro.
  • A acusação envolve um esquema de descontos ilegais de aposentadorias para filiados à Confederação Nacional dos Agricultores Familiares ( CONAFER ).
  • A PGR sustenta que o quadro para decretar prisões permanece o mesmo e não há motivos para a revogação.
  • As defesas de Stefanutto, Virgílio e Fidélis alegam que não houve pagamento de propina e que as prisões não se justificam.
  • Mendonça ainda não decidiu; ele é relator do caso, que tramita em meio a uma fila de pelo menos dezesseis pedidos de revogação de prisões.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao ministro do STF André Mendonça que mantenha a prisão preventiva de ex-dirigentes do INSS envolvidos em desvios de aposentadorias. Entre eles está Alessandro Stefanutto, ex-presidente da autarquia, preso pela PF na fase da Operação Sem Desconto.

A PGR sustenta que o quadro que autorizou as prisões permanece estável e não há motivos para revogação. Segundo a manifestação, os investigados favoreceram desvios de descontos ilegais para aposentados filiados à CONAFER, uma das entidades sob apuração.

A defesa de Stefanutto nega irregularidades e afirmou ao STF que não houve recebimento de propina. As defesas de Virgílio Ribeiro e André Fidélis também contestaram a necessidade da prisão, apontando ausência de justificativa.

A decisão sobre os pedidos de revogação cabe ao ministro Mendonça, relator do caso. Ele analisa a possibilidade de substituir as prisões por medidas cautelares ou manter a preventiva.

Segundo o Estadão, Mendonça enfrenta uma fila de pelo menos 16 pedidos de revogação de prisão de outros investigados, presos desde o fim de 2023, ainda sem decisão.

Contexto da investigação

A apuração envolve desvios envolvendo a CONAFER e suspeitas de favorecimentos em benefícios de aposentadoria. A PGR descreve os indícios como consistentes, apontando participação de lideranças institucionais na coordenação do esquema.

Próximos passos

A decisão final sobre a manutenção ou revogação das prisões deve ocorrer pelo STF, com base em novos argumentos apresentados pela defesa e pela PGR. A data da decisão não foi informada.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais