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Temer lamenta derrota de Messias e defende dosimetria

Temer lamenta rejeição de Messias ao STF e defende dosimetria como caminho para pacificação do país, em ato no Congresso

O ex-presidente Michel Temer (MDB).
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  • O ex-presidente Michel Temer lamentou a rejeição do Senado à indicação de Jorge Messias para o STF.
  • Temer elogiou Messias como jurista competente, destacando que o ambiente político influenciou a decisão.
  • Ele participou da celebração dos 200 anos da Câmara dos Deputados, realizada no Congresso nesta quarta-feira.
  • O ex-presidente também reiterou apoio ao projeto de dosimetria de penas, defendendo a busca pela pacificação do país.
  • O texto, aprovado pelo Congresso após veto de Lula, reduz penas em casos de golpe de Estado; o PT deve questionar a derrubada no STF.

O ex-presidente Michel Temer lamentou a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao STF. O comentário ocorreu durante a celebração dos 200 anos da Câmara, no Congresso.

Temer garantiu conhecer Messias há muito tempo, desde sua vice-presidência, e destacou a competência do jurista. Disse que o ambiente político do país costuma influenciar esse tipo de decisão, sem fazer comentários sobre o Senado.

O emedebista também defendeu o projeto de dosimetria, que reduz penas em casos de tentativa de golpe. Temer participou como um dos consultados pelo relator da proposta, deputado Paulinho da Força, para a versão aprovada pelo Congresso.

Segundo Temer, a dosimetria busca pacificação do país e ajustes caso a caso, com competência do STF para examinar cada situação. Ele ressaltou a importância de manter a integridade do texto aprovado pelo Parlamento.

O projeto da dosimetria altera a forma de aplicação de penas em crimes de golpe de Estado. O texto aprovado não prevê cumulação de sanções no mesmo contexto, conforme o Congresso. A discussão envolve também a posição do presidente Lula, que vetou o projeto anteriormente.

O veto presidencial foi derrubado pelo Congresso na última quinta-feira. O PT já informou que recorrerá ao STF para questionar a derrubada, conforme cobertura da Folha de S. Paulo. A nova configuração legislativa segue para as próximas etapas legais.

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