- A Polícia Federal fez busca e apreensão contra o senador Ciro Nogueira, presidente do Partido Progressista, em investigação ligada ao caso Banco Master.
- Ciro Nogueira afirmou que a operação é uma tentativa de manchar sua honra e criticou o que chamou de prática de prejulgamento anual na política.
- O senador destacou que, em 2021, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal rejeitou uma denúncia da Procuradoria-Geral da República por obstrução de Justiça contra ele.
- Segundo investigações, teriam ocorrido repasses de dinheiro por Felipe Vorcaro, primo de Daniel Vorcaro, proprietário do Master, além de despesas pessoais como viagens de jatinho.
- A defesa de Ciro Nogueira, liderada pelo advogado Kakay, repudiou ilações de ilicitude e afirmou que o senador está à disposição para esclarecer os fatos.
O senador Ciro Nogueira (PI) afirmou que a operação da Polícia Federal contra ele, realizada na quinta-feira, 7 de maio, tem como objetivo manchar sua honra. O episódio ocorre no marco das investigações sobre o caso do Banco Master.
Nogueira está no topo do PP e é alvo de buscas e apreensões autorizadas pela PF. A investigação aponta recebimento de valores repassados por um primo do dono do Master, além de despesas pessoais do parlamentar, como viagens de jatinho.
A oposição e o próprio senador disseram trabalhar para esclarecer as acusações. A PF informou que a operação visa levantar indícios de suposta participação do senador em irregularidades ligadas ao banco.
Contexto da investigação: a defesa de Nogueira sustenta que não houve conduta ilícita e que as medidas investigativas teriam sido empregadas de forma prematura com base em mensagens trocadas entre terceiros.
O advogado de Nogueira, Kakay, recusou as acusações e afirmou que o senador coopera com a Justiça para esclarecer os fatos. Ele lembrou ainda de decisões anteriores que consideraram improcedentes as denúncias apresentadas pela PGR.
O presidente do PP também citou decisão da Segunda Turma do STF de 2021, que rejeitou denúncia contra ele por obstrução de Justiça, registrando, conforme a defesa, a inocência já reconhecida em outro âmbito. Isso foi citado como suporte à versão do senador.
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