- Flávio Bolsonaro trabalha para enfraquecer Cláudio Castro, condenado no Tribunal Superior Eleitoral e inelegível, cuja aprovação caiu de 53% para 35%, com 47% de rejeição à gestão.
- Rogéria Bolsonaro, ex-mulher de Jair e mãe de três filhos, é apontada como candidata ao Senado pelo Partido Liberal; tem 65 anos e já foi vereadora e disputou outras eleições.
- A estratégia familiar busca manter o poder dentro do clã, levando nomes como Rogéria e fortalecendo a presença de parentes na máquina pública.
- Em São Paulo, a candidatura de André do Prado ao Senado depende da indicação de Eduardo Bolsonaro como primeiro suplente; Carlos Bolsonaro pode buscar um ministério ou retornar ao gabinete da Presidência.
- Além dos parentes, o texto cita adesões ao projeto, mencionando benefícios para aliados próximos.
Flávio Bolsonaro se movimenta para fortalecer a base do clã na política nacional, mirando Cláudio Castro para 2026. Castro, condenado pelo TSE por abuso de poder político e econômico, está inelegível, o que elevou a percepção de fragilidade de sua gestão no Rio de Janeiro. Uma sondagem da Quaest aponta queda de apoio à gestão, de 53% em outubro para 35%, com 47% de rejeição.
A estratégia envolve abrir espaço para Rogéria Bolsonaro, ex-mulher de Jair, mãe de três filhos, que seria lançada ao Senado pelo Partido Liberal. A movimentação é apresentada como resposta a quedas de aliados e busca manter a influência do clã no poder público.
Rogéria, 65 anos, já teve dois mandatos como vereadora da Câmara Municipal do Rio entre 1993 e 2000. A intenção de candidatura ocorre após histórico de disputas familiares, incluindo conflitos com Michelle Bolsonaro. A aposta do grupo é ampliar presença parlamentar do núcleo familiar.
Em São Paulo, a candidatura de André do Prado ao Senado dependeria da indicação de Eduardo Bolsonaro como primeiro suplente. No cenário presidencial, Eduardo defenderia posição para ocupar um ministério. Carlos Bolsonaro atua na linha de frente de estratégias associadas à gestão pública.
Ainda segundo o movimento, Carlos pode tentar reeditar o formato de gabinete conhecido como “gabinete do ódio” na Secom ou assumir a Secretaria-Geral da Presidência, dependendo do desdobramento eleitoral. A busca por cargos mostra uma leitura de continuidade do núcleo político.
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