- A primeira-dama Janja da Silva chorou ao lembrar a mãe, Vani Terezinha Ferreira, que morreu em consequência da covid-19 em 2020, durante a sanção do Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19 no Palácio do Planalto.
- O ato ocorreu nesta segunda-feira, 11 de maio de 2026, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinando o texto.
- O projeto é de autoria do líder do PT na Câmara, deputado Pedro Uczai, relatado pelo senador Humberto Costa, e foi aprovado pelo Senado em 15 de abril de 2026.
- O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a lei prevê discussões ao longo do ano sobre o que é necessário para evitar futuras pandemias, destacando que as mais de 700 mil mortes no país não teriam acontecido com uma gestão que defendera a vida e a ciência.
- Uczai comentou que o 12 de março deve ser visto como denúncia, mas também como anúncio de novos tempos para preservar a vida e evitar repetição do que ocorreu.
A primeira-dama Janja da Silva chorou ao lembrar da mãe, Vani Terezinha Ferreira, que morreu em decorrência da covid-19. O momento ocorreu durante a sanção do Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19, no Palácio do Planalto, nesta segunda-feira, 11 de maio de 2026. O ato contou com a assinatura do presidente Lula.
A cerimônia ocorreu após o Senado ter aprovado o projeto em 15 de abril de 2026. O texto, de autoria do líder do PT na Câmara, Pedro Uczai, segue para sanção presidencial e institui o dia de memória anual. A cerimônia reforçou o viés de reconhecer as vidas perdidas durante a pandemia.
Segundo o Ministério da Saúde, a lei visa promover discussões ao longo do ano sobre medidas para evitar futuras pandemias. O ministro Alexandre Padilha destacou que as mortes ocorridas no Brasil poderiam ter sido reduzidas com liderança que valorizasse a vida e a ciência.
O autor do PL, Pedro Uczai, comentou que o marco representa uma mudança de tempo, voltada à preservação da vida e à prevenção. A aprovação buscou unir memória histórica e ações preventivas para o futuro. O evento reuniu autoridades e representantes de vários setores.
Contexto da sanção
O ato reforça o reconhecimento às vítimas da covid-19 e orienta políticas públicas voltadas à saúde e à preparação para emergências sanitárias. A cerimônia no Planalto enfatizou a importância de dados, pesquisa e conscientização. A data de 12 de março também foi citada como marco na fala de entidades envolvidas.
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