- Flávio Bolsonaro afirmou que Moraes escreveu o texto da dosimetria aprovado pelo Congresso e citou proximidade entre o magistrado e Paulinho da Força.
- Paulinho da Força rebateu as acusações, dizendo que o texto foi produzido de forma ampla com diálogo entre todas as bancadas do Congresso.
- Em nota, o Congresso atuou com autonomia em todas as etapas, desde a aprovação da lei até a derrubada do veto presidencial, destacando independência das decisões parlamentares.
- Paulinho pediu que o debate não se transforme em disputa política ou pessoal e ressaltou a importância de cumprir a lei, mantendo a harmonia institucional.
Após acusações de Flávio Bolsonaro, o deputado Paulinho da Força reagiu aos rumores de que a lei da dosimetria tenha sido redigida com orientação do ministro Alexandre de Moraes. A controvérsia envolve o projeto aprovado pelo Congresso e a suposta proximidade entre Moraes e o relator.
Flávio Bolsonaro afirmou que Moraes teria escrito o texto aprovado pelo Legislativo e citou ligações entre o magistrado e Paulinho da Força, relator da proposta na Câmara. O senador alegou que houve um “jogo combinado” entre as partes para influenciar o conteúdo.
Paulinho, por meio de nota, destacou a autonomia do Congresso em todas as etapas, desde a aprovação da lei até a derrubada do veto presidencial. O deputado afirmou que o debate ocorreu com participação de várias bancadas e que não há interesse em transformar o tema em disputa pessoal.
Posição do Congresso e próximos passos
Na comunicação, Paulinho ressaltou a independência das decisões parlamentares e a prioridade de cumprir a legislação. Ele acrescentou que aguarda a deliberação do Plenário do STF, mantendo a confiança de que o conteúdo aprovado pelo Congresso será considerado com base no debate realizado.
Entre na conversa da comunidade