- O governo lançará nesta terça-feira o programa Brasil Contra o Crime Organizado, com decreto presidencial e quatro portarias no Palácio do Planalto; Lula mencionou nas redes sociais a parceria com os Estados Unidos e a atuação da Polícia Federal.
- O investimento total é de R$ 11,1 bilhões, sendo R$ 968,2 milhões em recursos diretos e R$ 10 bilhões em financiamento via FIIS para estados e municípios.
- Primeiro eixo, asfixia financeira, terá 302,2 milhões de reais para interromper o fluxo de caixa do crime, com fortalecimento de forças integradas e criação de um grupo nacional de operações.
- Segundo eixo, sistema prisional seguro, recebe 324,1 milhões de reais para impedir comunicações ilícitas, ampliar o padrão de segurança em unidades estratégicas e modernizar a proteção de servidores.
- Terceiro eixo, esclarecimento de homicídios, com 196,7 milhões de reais para ampliar polícias científicas e bancos de Perfis Genéticos; quarto eixo, combate ao tráfico de armas, com 145,2 milhões para desarticular o fluxo de armas e fortalecer redes e sistemas de identificação.
O governo federal lançará nesta terça-feira o programa “Brasil Contra o Crime Organizado”. O anúncio será feito em um evento no Palácio do Planalto, com a publicação de um decreto presidencial e de quatro portarias para regulamentar o plano e detalhar investimentos por área.
O orçamento total é de 11,1 bilhões de reais. Desse total, 968,2 milhões serão investimentos diretos e 10 bilhões, financiamento via FIIs para estados e municípios. O tema foi divulgado pelo presidente Lula em redes sociais.
Lula informou ter discutido o tema com o presidente dos EUA, Donald Trump, em encontro na Casa Branca, na última quinta-feira (7). A postagem destaca a atuação da Polícia Federal no combate ao tráfico e a cooperação aduaneira entre os dois países.
Quatro eixos do programa
O plano será estruturado em quatro eixos. O primeiro é a asfixia financeira, com 302,2 milhões para reforçar o rastreamento de ativos e operações interestaduais.
O segundo eixo, Sistema prisional seguro, recebe 324,1 milhões. Medidas incluem bloqueio de sinais, segurança máxima em 138 unidades e a criação do Centro Nacional de Inteligência Penal.
O terceiro eixo, Esclarecimento de homicídios, terá 196,7 milhões para aprimorar polícias científicas e Institutos Médico-Legais, além de incorporar bancos de perfis genéticos.
O quarto eixo é o Combate ao tráfico de armas, com 145,2 milhões. Serão criadas redes nacionais de enfrentamento, reforço ao SINARM e operações integradas em áreas de fronteira.
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