- Ronald dela Rosa, ex-chefe de polícia e aliado do ex-presidente Rodrigo Duterte, buscou refúgio no Senado das Filipinas após ter mandado de prisão do FBI/ICC emitido contra ele, com registro em CCTV mostrando a fuga pelos corredores.
- Dela Rosa passou a noite no gabinete do Senado após Alan Peter Cayetano, novo presidente da casa, oferecer custódia protetiva.
- O Senado foi cercado por policiais com arame farpado, em meio a tensões após a decisão; a imprensa pediu calma aos jornalistas bloqueados.
- A decisão ocorre no contexto de atritos políticos entre Sara Duterte, vice-presidente, e o presidente Ferdinand Marcos Jr., com Cayetano fortalecendo a posição dos Duterte no Senado.
- Familiares de vítimas das mortes associadas à guerra antidrogas pedem que Dela Rosa seja entregue ao ICC; ele nega irregularidades.
O ex-chefe de polícia Ronald Dela Rosa, aliado de Rodrigo Duterte, procurado pelo ICC, buscou abrigo no Senado após fuga de agentes. A perseguição chegou a ser registrada em câmeras internas do prédio. Dela Rosa afirma que o objetivo é levá-lo à Haia.
À noite, o Senado instalou perímetros com arame farpado e policiamento de choque. A imprensa local informou bloqueio de circulação de jornalistas dentro do complexo. Dela Rosa dormiu no gabinete de um senador durante a noite.
O arresto de Dela Rosa, coautor apontado em processo do ICC por crimes contra a humanidade, foi mantido em sigilo pelo tribunal até segunda-feira. O ICC confirma a emissão de mandado contra ele.
Contexto político
Alan Peter Cayetano, novo presidente do Senado, que também é aliado de Duterte, ofereceu custódia protetiva ao ex-policial. A escolha reforça a posição de Duterte no Senado, diante de votação sobre impeachment de Sara Duterte.
Sara Duterte, filha do ex-presidente, enfrenta processo de impeachment na Câmara. A tensão entre Sara e Ferdinand Marcos Jr. acompanha o desfecho político, com o Senado dando atenção às mudanças de liderança.
Apoio ao impeachment de Sara tem sido tema de manifestações. Grupos de familiares de vítimas de abusos de droga defendem a entrega de Dela Rosa ao ICC para julgamento. A situação permanece sem confirmação sobre desfecho imediato.
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