Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Policiais são presos por forjar flagrantes contra vítimas

Quatro policiais são presos por extorsão qualificada e associação criminosa, acusados de forjar flagrantes; uma vítima teria sido mantida em cárcere na DISE de Carapicuíba

Segundo os relatos, os criminosos utilizavam do cargo para constranger as vítimas com ameaças e até restrição de liberdade. - (crédito: Governo de São Paulo/Divulgação)
0:00
Carregando...
0:00
  • Quatro policiais da Corregedoria Geral da Polícia Civil de São Paulo foram presos por extorsão qualificada e associação criminosa armada, em operação com apoio do GAeCO.
  • A investigação aponta que o grupo extorquia vítimas sob ameaça de forjar flagrantes contra elas e utilizava o cargo para constrangimento, chegando a manter uma vítima em cárcere privado na delegacia de Carapicuíba.
  • A ação, chamada operação Quina, apreendeu aparelhos eletrônicos, documentos e outros objetos em endereços residenciais e unidades da Polícia.
  • Segundo o g1, os agentes teriam exigido R$ 1 milhão de uma das vítimas para não forjar um flagrante de tráfico de drogas.
  • O grupo liberou a vítima apenas após um familiar entregar R$ 303 mil em espécie, na entrega ocorrida em uma padaria em Barueri.

Quatro policiais foram presos nesta terça-feira (12/5) pela Corregedoria Geral da Polícia Civil de São Paulo, com apoio do GAEO. Eles são acusados de extorsão qualificada e associação criminosa armada, em operação que mira um esquema de fraudes envolvendo forjar flagrantes contra vítimas. A ação ocorreu em pelo menos duas cidades da região metropolitana, com cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão.

Segundo a corregedoria, o grupo utilizava o cargo para constranger as vítimas, chegando a restringir a liberdade de uma delas. A Operação Quina cumpriu mandados em endereços residenciais e em unidades da Polícia Civil, com apreensão de aparelhos eletrônicos e documentos.

Operação e prisões

A investigação detalha que os agentes exigiam quantias em dinheiro para não forjar flagrantes de tráfico de drogas. A vítima principal teria sido levada à Delegacia de Investigação sobre Entorpecentes (DISE) de Carapicuíba, sem justificativa legal, mantendo-a como refém até o pagamento.

A Correção aponta que a liberação da vítima ocorreu apenas após a entrega de parte do valor. Um familiar da vítima teria repassado R$ 303 mil a o grupo, com promessa de quitar o restante em prestações numa padaria de Barueri.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais