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Mário Frias nega ter recebido dinheiro de Vorcaro em filme sobre Bolsonaro

Frias afirma que Dark Horse não tem recursos de Vorcaro; Flávio Bolsonaro cedeu apenas direitos de imagem, com financiamento privado

Mário Frias firma que obra é bancada 100% com capital privado
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  • Mário Frias afirmou que não há “um único centavo” de Daniel Vorcaro no longa Dark Horse, conforme nota à imprensa divulgada nesta quarta-feira (13).
  • Frias disse que Flávio Bolsonaro não possui sociedade na produção nem na distribuidora, e que seu papel foi apenas ceder direitos de imagem da família.
  • A nota destaca que Dark Horse é financiado integralmente por capital privado, sem recursos do Banco Master ou de terceiros vinculados ao banco.
  • Frias comentou ataques ao projeto, alegando que há uma tentativa de descredibilizar a obra e que o elenco e a equipe são de profissionais renomados.
  • O texto também ressalta a passagem de Frias pela Secretaria Especial da Cultura durante o governo Bolsonaro e defende a legalidade do financiamento, sem recursos públicos.

Mário Frias, deputado federal, afirmou em nota nesta quarta-feira que não há nenhum peso financeiro do banqueiro Daniel Vorcaro no filme Dark Horse. A declaração ocorre após vazamento de áudio em que Flávio Bolsonaro cobra pelo filme em defesa de Jair Bolsonaro.

Frias disse que Flávio Bolsonaro não tem participação societária no longa ou na produtora. O papel do senador seria apenas ceder os direitos de imagem da família e contribuir para atrair investidores, sem que isso envolva recursos do Estado.

O deputado reforçou que, segundo a produtora GOUP Entertainment, não há dinheiro de Vorcaro na produção. Disse ainda que, se houvesse, seria uma relação privada entre adultos, com capital privado e sem dinheiro público.

Versões em conflito

Flávio Bolsonaro divulgou que pediu patrocínio privado ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, para o filme sobre o pai. Afirmou que o projeto não recebeu incentivos públicos nem Lei Rouanet.

O senador explicou que o pedido foi feito em dezembro de 2024, quando o governo anterior já havia terminado e não havia acusações públicas sobre Vorcaro. Conforme o relato, os pagamentos seriam feitos em parcelas.

Ainda segundo Flávio, o acordo se mantém apenas com patrocínio privado para a história de Jair Bolsonaro, sem relação com recursos públicos. O parlamentar disse também que defendeu uma CPI para apurar o Banco Master.

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