- O Ministério Público do Peru pediu a prisão do candidato Roberto Sánchez, por supostamente ter fornecido informações falsas sobre contribuições de campanha entre 2018 e 2020.
- A acusação afirma que Sánchez recebeu mais de US$ 57 mil em contribuições de membros do partido, não declaradas ao Escritório Nacional de Processos Eleitorais (ONPE).
- Sánchez nega as acusações, diz que nunca houve fraude e afirma que tribunais já rejeitaram acusações anteriores sobre uso de recursos partidários.
- O caso foi apresentado aos tribunais em janeiro de 2026 e o Judiciário marcou audiência para 27 de maio para decidir se vai a julgamento ou é arquivado.
- No momento, Sánchez tem 12% das intenções de voto, López Aliaga tem 11,9%, e 99,94% dos votos apurados indicam incerteza sobre quem disputará o segundo turno com Keiko Fujimori, que lidera com 17,1%.
O Ministério Público do Peru pediu a prisão do candidato presidencial Roberto Sánchez, sob acusação de ter fornecido informações falsas ao ONPE sobre contribuições de campanha entre 2018 e 2020. A solicitação foi anunciada nesta quarta-feira (13).
Sánchez figura em segundo lugar na classificação atual, com a apuração do primeiro turno em andamento. Com 99,941% das urnas, ainda não é possível definir quem enfrentará Keiko Fujimori no segundo turno.
A denúncia aponta inconsistências nos relatórios financeiros do partido Juntos pelo Peru, relacionados a campanhas regionais e municipais. Segundo o MP, Sánchez recebeu mais de US$ 57 mil não declarados.
O MP solicita cinco anos e quatro meses de prisão e a desqualificação como candidato, segundo reportagens locais. O caso foi apresentado ao judiciário em janeiro de 2026 e aguarda reformulação.
O tribunal já rejeitou parte da denúncia e pediu ajustes. Uma audiência foi marcada para 27 de maio para decidir se o caso segue para julgamento ou é arquivado.
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