- A Polícia Federal prendeu o contraventor Carlinhos Cachoeira no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, na tarde de quarta-feira, 13.
- O mandado de prisão preventiva foi expedido pela 8ª Vara Criminal de Goiânia; Cachoeira é investigado por calúnia, difamação e injúria.
- Cachoeira ficou conhecido por chefiar esquemas de jogos ilegais e pela Operação Monte Carlo, deflagrada pela Polícia Federal em 2012.
- A investigação associou Cachoeira a uma rede de caça-níqueis, corrupção e influência sobre políticos, empresários e agentes públicos, com interceptações envolvendo o então senador Demóstenes Torres.
- Em 2012, ele foi condenado por crimes como corrupção, formação de quadrilha e exploração de jogos ilegais; cumpriu parte das penas em liberdade após recursos.
A Polícia Federal prendeu na tarde desta quarta-feira o contraventor Carlinhos Cachoeira no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo. O mandado de prisão preventiva foi expedido pela 8ª Vara Criminal de Goiânia. Cachoeira é investigado por calúnia, difamação e injúria.
O afastamento de Cachoeira da liberdade ocorre no âmbito de apurações envolvendo crimes contra a honra. O caso tramita em Goiânia, com informações sigilosas ainda em avaliação pela PF e pelo Ministério Público.
Carlinhos Cachoeira, cujo nome completo é Carlos Augusto de Almeida Ramos, ficou conhecido por chefiar esquemas de jogos de azar ilegais. Em 2012, foi alvo da operação Monte Carlo, que revelou redes de caça-níqueis, corrupção e influência política.
Historicamente, as investigações que envolveram Cachoeira também atingiram a construtora Delta e resultaram na CPMI do Cachoeira no Congresso. Escutas da época associaram o contraventor a ligações com políticos e empresários.
Cachoeira já havia sido preso em 2012 e condenado a mais de 39 anos por crimes ligados a corrupção, formação de quadrilha e exploração de jogos ilegais. Parte dos processos tramitou em liberdade após recursos judiciais.
O caso atual não detalha, até o momento, relações com outras instituições ou autoridades envolvidas, mantendo o foco nas acusações de calúnia, difamação e injúria e na decisão de prisão preventiva.
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