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Urna eletrônica completa 30 anos com avanços em tecnologia e segurança

Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro celebra 30 anos da urna eletrônica, destacando avanços em segurança, transparência e agilidade

Urna eletrônica completa 30 anos — Foto: Reprodução/TV Globo
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  • Urna eletrônica completa 30 anos nesta quarta-feira (13); os primeiros protótipos usados em 1996 estão na exposição do Espaço de Memória Eleitoral, no TRE-RJ, no Centro do Rio.
  • Ao longo de três décadas, houve evolução tecnológica que reforçou a segurança e a eficiência, incluindo a biometria implementada em 2008.
  • Antes da digitalização, votos eram escritos à mão em urnas de lona, o que dificultava a identificação e a contagem e aumentava o risco de erros e fraudes.
  • Em 1996, a estreia atingiu um terço da população, com cerca de setenta mil urnas distribuídas para cinquenta e sete cidades; no Rio de Janeiro, oito municípios foram pioneiros.
  • No dia 4 de outubro deste ano, o sistema será testado em todo o estado, com eleição de deputados federais e estaduais, senadores, governador e presidente; a grande vantagem é a rapidez na totalização dos votos.

A urna eletrônica completa 30 anos nesta quarta-feira, 13 de outubro. Os primeiros protótipos foram usados nas eleições de 1996 e integram a exposição permanente do Espaço de Memória Eleitoral, na sede do TRE-RJ, no Centro do Rio.

Ao longo de três décadas, a aparência do equipamento permaneceuvel pouca mudança, mas a tecnologia evoluiu. Avanços em segurança e eficiência fortaleceram o sistema eleitoral brasileiro.

Segundo Michel Kovacs, secretário de Tecnologia da Informação do TRE-RJ, a urna ganhou acessibilidade e segurança ao longo dos anos, com a biometria incluída em 2008. Novos recursos ajudam auditorias e transparência.

Antes da digitalização, o voto era registrado à mão, o que gerava erros de contagem e risco de manipulação. A transição para o eletrônico reduziu falhas humanas e passos manuais no processo.

A professora Simone Pereira Rodrigues, mesária em 1984, relembra as longas filas da época, em que o atendimento exigia grande esforço das equipes. O cenário atual é marcado pela agilidade do voto eletrônico.

A estreia em 1996

No ano de implementação, o sistema atingiu cerca de um terço da população. Aproximadamente 70 mil urnas foram distribuídas para 57 cidades com mais de 200 mil habitantes.

No Rio de Janeiro, oito municípios foram pioneiros: Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, São Gonçalo, Duque de Caxias, Niterói, São João de Meriti, Campos dos Goytacazes e Belford Roxo.

Para a fisioterapeuta Sônia Morais, a tecnologia eleitoral é irreversível e acompanha a evolução social, trazendo maior velocidade ao processo. A adoção é vista como essencial para o atual estágio tecnológico.

Testes e próximos passos

No dia 4 de outubro, o sistema será testado novamente em todo o estado. Eleitores irão às urnas para escolher deputados federais e estaduais, senadores, governador e presidente.

A grande vantagem da urna eletrônica continua sendo a agilidade na apuração, com resultados em poucas horas em comparação ao processo manual, que demandava semanas.

A aposentada Iêda Pereira afirma que a tecnologia é uma ferramenta para o exercício da cidadania, ao incentivar a participação nas eleições.

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