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Defesa afirma que licitude dos fatos levou à prisão do pai de Vorcaro

Defesa diz que provará licitude de atos do pai de Daniel Vorcaro, preso por ordem do ministro do STF na sexta fase da Operação Compliance Zero

Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro é preso pela Polícia Federal
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  • A defesa de Henrique Vorcaro, representada pelo advogado Eugênio Pacelli, afirma que a prisão é grave e desnecessária e que os esclarecimentos serão apresentados para comprovar a licitude dos atos.
  • Henrique Vorcaro foi preso nesta quinta-feira por ordem do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, na sexta fase da Operação Compliance Zero, que envolve o Banco Master.
  • A Polícia Federal aponta que ele atuava com o filho como “solicitador e beneficiário” de serviços ilícitos do grupo “A Turma”, que ameaçava e buscava acesso a informações sigilosas de investigações.
  • A atuação, segundo as investigações, continuou após a prisão de Daniel Vorcaro, em novembro do ano passado.
  • Ao todo, foram cumpridos sete mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão, com investigação que envolve ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, invasão de dispositivos informáticos e violação de sigilo funcional.

Nesta quinta-feira, 14, Henrique Vorcaro, pai do empresário Daniel Vorcaro, foi preso por ordem do ministro André Mendonça, do STF. A prisão integra a sexta fase da Operação Compliance Zero, ligada a investigações do Banco Master.

A defesa afirma que a prisão é grave e desnecessária, e que os esclarecimentos de Henrique deveriam ter ocorrido antes da medida. O advogado Eugênio Pacelli garante que a licitude dos atos será comprovada.

Segundo Pacelli, a decisão se apoia em fatos cuja licitude e embasamento econômico ainda não foram apresentados ao processo. A defesa pretende demonstrar, imediatamente, a validade dos atos.

As apurações da PF apontam que Henrique atuava em conjunto com o filho como solicitador e beneficiário de serviços ilícitos prestados pelo grupo conhecido como A Turma. O grupo, segundo as investigações, fazia ameaças e buscava acesso a informações sigilosas.

O material coletado indica que a atuação ocorreu mesmo após a prisão de Daniel, em novembro do ano passado. Ao todo, o STF autorizou sete mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão no âmbito da operação.

Entre os crimes sob investigação estão ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro, organização criminosa, invasão de dispositivos informáticos e violação de sigilo funcional. As diligências seguem em curso.

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