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Marinho afirma que Bolsonaro interrompeu valorização do salário mínimo

Marinho afirma que Bolsonaro interrompeu a valorização do salário mínimo; piso nacional seria entre R$ 790 e R$ 810 sem retomada de 2023

ministro fez a declaração no Palácio do Trabalhador, em São Paulo, durante audiência pública sobre a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que trata do fim da escala 6 X 1
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  • O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou que o governo de Jair Bolsonaro suspendeu a política de valorização do salário mínimo.
  • Segundo ele, o piso atual de R$ 1.621 seria entre R$ 790 e R$ 810 sem a retomada da política em 2023 pelo governo Lula.
  • A declaração ocorreu durante audiência pública no Palácio do Trabalhador, em São Paulo, sobre a PEC que trata do fim da escala 6 x 1 do programa Câmara pelo Brasil.
  • Marinho defendeu a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais sem redução salarial e criticou opositores à mudança.
  • Ele chamou a gestão anterior de “governo da escuridão” e “BolsoMaster” e ressaltou que a política de valorização elevou o poder de compra ao longo dos anos.

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, afirmou nesta quinta-feira, 14 de maio de 2026, que a administração de Jair Bolsonaro suspendeu a política de valorização do salário mínimo, criada durante o governo Lula. A declaração foi feita no Palácio do Trabalhador, em São Paulo. A decisão, segundo ele, impacta o piso atual.

Marinho participou de audiência pública sobre a PEC que trata do fim da escala 6 X 1, integrada ao programa Câmara pelo Brasil. O evento contou com a presença de Marina Silva, deputada Alencar Santana (PT-SP) e Reginaldo Lopes (PT-MG).

Segundo o ministro, sem a retomada da política de valorização em 2023, o piso nacional seria entre 790 e 810 reais. O salário mínimo atual é de 1.621 reais. Marinho argumentou que a política elevou o poder de compra ao longo dos anos.

Redução da jornada de trabalho

Marinho defendeu a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas, sem redução de salário. Ele criticou empresários contrários à medida e argumentou que a mudança pode ocorrer sem comprometer remuneração.

O ministro ressaltou que dúvidas sobre desemprego ou informalidade associadas à redução da jornada são críticas históricas a direitos trabalhistas. Citou como exemplos a CLT, o 13º salário e as férias remuneradas.

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