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Médico e servidora são acusados de aplicação ilegal de medicamento emagrecedor

Médico e servidora são afastados após denúncia de venda e aplicação ilegal de Mounjaro na UPA Patrícia Marinho, em Nova Iguaçu; pacientes pagavam R$ 150 pela intervenção

Investigações começaram após denúncia anônima sobre a venda irregular do medicamento dentro da unidade de saúde do município
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  • O Ministério Público do Rio de Janeiro afastou um médico e uma servidora pública após denúncia de venda e aplicação ilegal do medicamento Mounjaro na UPA Patrícia Marinho, em Nova Iguaçu.
  • A denúncia resultou em três mandados de busca e apreensão na unidade de atendimento e em endereços ligados aos acusados.
  • Segundo o MP, pacientes eram orientados a realizar o tratamento mediante pagamento de R$ 150,00, em dinheiro ou via Pix, durante o funcionamento da unidade.
  • O produto era armazenado em ampolas, aplicado por meio de seringas e não possuía identificação de origem, registro sanitário ou autorização regulatória.
  • A servidora fazia o atendimento inicial e intermediava contatos, enquanto o médico ficava responsável pelas consultas e aplicações, sem exames prévios ou protocolos médicos adequados.

Um médico e uma servidora pública foram afastados de seus cargos após denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). A acusação envolve venda e aplicação ilegal do medicamento Mounjaro, em uma UPA, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, durante o funcionamento da unidade.

Na tarde desta quinta-feira, o MP cumpriu três mandados de busca e apreensão na unidade de atendimento médico e em endereços ligados aos denunciados.

A investigação começou com uma denúncia anônima sobre venda irregular do medicamento dentro da unidade de saúde. Pacientes eram orientados a fazer o tratamento e a substância era aplicada mediante pagamento de R$ 150,00, em dinheiro ou via Pix, dentro do horário de atendimento.

Detalhes da operação

O produto era armazenado em ampolas, administrado por meio de seringas e não possuía identificação de origem, registro sanitário ou autorização das autoridades reguladoras.

Segundo a denúncia, a servidora fazia o atendimento inicial e intermediava contatos, enquanto o médico era responsável pelas consultas e pelas aplicações, sem exames prévios ou protocolos médicos adequados.

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