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Paulinho afirma que Alcolumbre garantiu voto 6×1 até 15 de junho

Paulinho afirma que Alcolumbre garantiu votar a PEC do fim da 6x1 até quinze de junho, se Câmara aprovar na semana de vinte e sete de maio, com mobilização de trabalhadores

Audiência da comissão especial que discute fim da 6x1 realizada em São Paulo - Agência Câmara
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  • Paulinho da Força disse que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, “garantiu” votar a PEC do fim da 6×1 no Senado se a Câmara aprovar na semana de 27 de maio, com meta de liquidar até 15 de junho.
  • A votação está marcada para 26 de maio na comissão especial; o parecer do relator, deputado Leo Prates, deverá ficar pronto em 20 de maio.
  • O governo pediu mobilização de trabalhadores e sindicatos para pressionar pela aprovação, com as galerias abertas no dia 27.
  • O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, pediu participação dos trabalhadores, dizendo que há clima favorável, mas resistência contrária à redução da jornada persiste.
  • A comissão analisa duas propostas de redução da jornada sem perdas salariais; a Câmara já aprovou, em 22 de abril, a abertura para seguir adiante com pareceres sobre o mérito e possível período de transição.

O deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) afirmou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), comprometeu-se a colocar a PEC do fim da 6×1 em votação no Senado caso a Câmara aprove o texto na última semana de maio. A estratégia seria liquidar o tema até 15 de junho.

A declaração ocorreu durante audiência pública da comissão especial que discute o tema, no Palácio do Trabalhador, em São Paulo. Paulinho atua como articulador entre governo e oposição para viabilizar a proposta.

Luiz Marinho, ministro do Trabalho, participou do evento e pediu mobilização de trabalhadores e sindicatos para pressionar pela aprovação. Ele reconhece clima favorável, mas aponta resistência de setores contrários.

Avanço legislativo e mobilização

O relator da comissão, deputado Leo Prates, deve apresentar o parecer em 20 de maio. A votação na comissão está prevista para 26 de maio, com a expectativa de seguir para o plenário da Câmara logo em seguida.

O presidente da Câmara, Hugo Motta, aponta que a ideia é votar no plenário após o parecer, mantendo o ritmo de tramitação. Marinho disse que a mobilização é essencial para sustentar o avanço.

O movimento sindical ganhou apoio de Alencar Santana, presidente da comissão, que afirmou a necessidade de pressão para evitar surpresas. Ele ressalta que o cenário político pode favorecer avanços com participação dos trabalhadores.

Contexto da proposta

Trata-se de duas propostas que tramitam juntas, uma de 2019 do deputado Reginaldo Lopes e outra de 2023 pela deputada Erika Hilton. As duas determinam redução da jornada sem redução salarial, com possíveis incentivos ao setor produtivo para mitigar impactos.

A Câmara já aprovou, em 22 de abril, a admissibilidade das propostas pela CCJ, abrindo caminho para análise de mérito na comissão especial. O objetivo é avançar sem prejuízo aos trabalhadores.

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