- A Polícia Federal aponta que núcleo da organização ligada ao Banco Master inclui operadores do jogo do bicho, milicianos e policiais, formando o grupo conhecido como “A Turma”.
- A Turma seria responsável por ameaças presenciais, monitoramento de alvos, levantamentos clandestinos e obtenção de informações sigilosas.
- Episódio em Angra dos Reis, em junho de 2024, envolve suposta intimidação de pessoas ligadas ao círculo profissional de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master.
- Testemunhas disseram que um dos envolvidos se apresentou como “Manoel”, ligado ao jogo do bicho.
- Além de “A Turma”, a PF aponta núcleo chamado “Os Meninos”, ligado a ataques cibernéticos, invasões digitais e derrubada de perfis, com indícios de crimes de organização criminosa, ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de dispositivos informáticos.
A Polícia Federal aponta que um braço da organização ligada ao caso Banco Master seria formado por operadores do jogo do bicho, milicianos e policiais. A avaliação consta da decisão do ministro André Mendonça, do STF, autorizando a 6ª fase da operação Compliance Zero.
A PF aponta que esse núcleo atuaria como o “braço presencial” da estrutura investigada, ligado a ameaças, monitoramento de alvos e obtenção de informações sigilosas de forma clandestina.
Segundo documentos, o grupo ficaria conhecido como “A Turma” e integraria uma rede maior investigada pela PF.
A Turma
A investigação descreve “A Turma” como elemento central da atuação presencial e policial-informacional, com participação de policiais federais na ativa e aposentados, além de operadores do jogo do bicho. O objetivo seria pressionar adversários e críticos relacionados ao Banco Master.
Entre as ações atribuídas ao grupo estão ameaças, intimidações e acesso indevido a dados sigilosos, conforme relatos de testemunhas ouvidas pela PF.
Um dos suspeitos, que se apresentou como “Manoel”, seria amigo de Daniel Vorcaro e ligado ao jogo do bicho, segundo a decisão.
Os Meninos
Além de “A Turma”, a PF aponta a existência de um segundo grupo, denominado “Os Meninos”, especializado em ataques cibernéticos, invasões digitais e derrubada de perfis em redes sociais.
A apuração envolve crimes de organização criminosa, ameaça, corrupção, lavagem de dinheiro, invasão de dispositivos e violação de sigilo funcional.
As informações mencionadas constam da decisão do STF que autorizou a continuidade da operação.
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