- O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, confirmou a morte de uma segunda pessoa após a explosão no Jaguaré; Francisco Albino morreu no Hospital Geral de Osasco.
- A explosão ocorreu na segunda-feira, 11 de maio; já tinha sido registrado um morto, o vigilante noturno Alex Sandro Fernandes Nunes, de 49 anos.
- O número de imóveis interditados subiu de 20 para 27, devido a danos ou rachaduras após o acidente; entre eles, 22 precisarão de reformas estruturais e cinco serão demolidos.
- Ao menos 86 imóveis já foram liberados para as famílias retornarem às moradias.
- O governador criou um gabinete de crise há três dias para coordenar ações emergenciais e responsabilizar as concessionárias envolvidas.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, confirmou a segunda morte ocorrida após a explosão causada quando uma obra da Sabesp atingiu uma tubulação de gás da Comgás no Jaguaré, Zona Oeste. A vítima adicional estava internada no Hospital Geral de Osasco.
O acidente ocorreu na segunda-feira, 11 de maio, e já tinha deixado um vigilante morto. Outras duas pessoas ficaram feridas, uma delas já recebeu alta. O episódio provocou manhãs de evacuação e deslocamento de moradores da região.
O governo criou um gabinete de crise três dias após o ocorrido para coordenar ações emergenciais em apoio às vítimas e às famílias afetadas. A gestão prevê continuidade das medidas até a completa avaliação da situação.
Aumentos na área interditada
O número de imóveis interditados subiu de 20 para 27 devido a danos estruturais ou rachaduras detectadas após a explosão. Destes, 22 precisam de reformas estruturais, enquanto cinco permanecem condenados e deverão ser demolidos, com a possibilidade de novos desdobramentos após vistoria técnica.
86 residências já foram liberadas para retorno, com moradores relatando medos e mudanças na rotina. A implementação de medidas de apoio aos afetados segue em andamento, incluindo assistência psicológica e social.
Perspectivas e ações futuras
As autoridades aguardam nova vistoria técnica para confirmar se há necessidade de novas demolições ou reparos. Enquanto isso, equipes de obras, Defesa Civil e assistência social atuam para monitorar a segurança dos imóveis e apoiar as famílias.
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