- A operação deflagrada nesta sexta-feira mira o ex-governador Cláudio Castro e outros envolvidos; trata-se de desdobramento de uma investigação que começou no Rio de Janeiro.
- A Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão determinados pelo ministro Alexandre de Moraes, em São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal.
- A apuração faz parte das diligências da ADPF das Favelas, que investiga a atuação de organizações criminosas com ligações a agentes públicos fluminenses.
- A investigação chegou ao STF após citação de uma autoridade com foro privilegiado, levando os procuradores a encaminharem o caso ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.
- No STF, o caso foi distribuído por conexão ao gabinete de Moraes, chefe da ADPF das Favelas, e tramita em sigilo.
O que aconteceu: a Polícia Federal deflagrou uma operação nesta sexta-feira, 15, que mira o ex-governador Cláudio Castro. Trata-se de um desdobramento de uma investigação iniciada no Rio de Janeiro e que chegou ao STF após menção a uma autoridade com foro privilegiado.
Quem está envolvido: além de Castro, aparecem investigados em apurações relacionadas à ADPF das Favelas, mobilizadas por organizações criminosas e suas ligações com agentes públicos fluminenses. A investigação tramita com sigilo no STF.
Quando e onde ocorreu: os mandados foram cumpridos nesta sexta-feira em São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. As diligências integram o inquérito que tramitava na primeira instância no Rio de Janeiro.
Por que chegou ao STF: a Procuradoria apontou a menção a uma autoridade com foro, o que levou o encaminhamento do caso ao procurador-geral da República, que decidiu pela transferência para o STF. A redistribuição ocorreu por conexão ao gabinete de Moraes.
Como está a tramitação: no STF, o caso foi distribuído para o gabinete de Alexandre de Moraes, atual responsável pela ADPF das Favelas. A ação já era relatada por magistrados que passaram pelo Tribunal, mas permanece sob sigilo.
Estado de sigilo e divulgações: a decisão de Moraes que autorizou a operação é sigilosa e não tem previsão de divulgação pública. O STF mantém o inquérito sob confidencialidade enquanto as apurações prosseguem.
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