- Bolsonaro, em prisão domiciliar, teve relatório médico encaminhado ao STF indicando quadro persistente de instabilidade do equilíbrio corporal.
- Foi identificada uma alteração leve na parte inferior do pulmão esquerdo.
- Os médicos relatam melhora após ajuste terapêutico, com pressão arterial controlada; ele realiza fisioterapia motora leve diariamente e usa tipoia para imobilização parcial do braço direito.
- Não há mais queixas de dor no pós-operatório; analgésicos são usados por via transdérmica.
- O ex-presidente foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado, com prisão domiciliar humanitária concedida em março pelo ministro Alexandre de Moraes para recuperação de broncopneumonia.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresenta quadro persistente de instabilidade no equilíbrio corporal, segundo relatório médico semanal enviado ao STF nesta sexta-feira, 15. A avaliação também aponta uma alteração leve na região inferior do pulmão esquerdo.
Os médicos registram que houve melhora após ajustes terapêuticos, ainda que a instabilidade permaneça. A pressão arterial de Bolsonaro aparece controlada no acompanhamento recente.
Bolsonaro está sob prisão domiciliar, com monitoramento de profissionais de saúde. O relatório diz que ele realiza protocolo de fisioterapia motora leve e utiliza tipoia para imobilização parcial do membro direito.
O ex-presidente passou por internação em Brasília, em março, por pneumonia associada a soluços. Em maio, foi hospitalizado novamente para cirurgia no ombro direito. Atualmente, segue em tratamento domiciliar.
Estado de saúde atual
Os médicos relatam episódios de soluços recorrentes nos últimos dias, com melhoria e estabilização após ajuste terapêutico. Não há queixas de dor significativas no pós-operatório, segundo o documento.
Bolsonaro utiliza analgésicos por via transdérmica e não apresenta novas queixas. O protocolo médico inclui monitoramento contínuo e relatórios semanais ao STF sobre o quadro de saúde.
Contexto institucional
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado. Em março, o ministro Alexandre de Moraes concedeu prisão domiciliar humanitária por 90 dias para tratamento da broncopneumonia, mantendo-o afastado do 19º Batalhão da Polícia Militar.
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