- O ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes decretou a prisão preventiva do empresário Ricardo Magro, dono da Refit.
- Moraes também tirou o sigilo da decisão que embasa a prisão.
- A decisão aponta que a Refit faz parte de um suposto esquema bilionário de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e corrupção.
- A Polícia Federal descreve uma divisão de tarefas, na qual a Refit formalizava parte das vendas, distribuidoras completavam as operações e entidades financeiras centralizavam pagamentos paralelos.
- Fundos de investimento teriam aportado recursos para movimentação financeira com aparência de legalidade.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, decretou a prisão preventiva de Ricardo Magro, dono da empresa Refit. A decisão teve o sigilo retirado pelo STF.
Segundo Moraes, a Refit estaria envolvida em um suposto esquema bilionário de sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e corrupção. Ainda não há informações oficiais sobre o valor estimado ou a abrangência do suposto esquema.
A Polícia Federal detalha a divisão de tarefas entre as empresas. A Refit formalizava parte das vendas, distribuidoras completavam as operações, financeiras centralizavam os pagamentos paralelos e fundos de investimento aportavam recursos com aparência legal.
A investigação aponta que o conjunto de atos visava facilitar a movimentação de recursos, dificultando rastreamento fiscal e financeiro. Não foram divulgados novos números ou prazos processuais até o momento.
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