- O ministro Alexandre de Moraes decidiu incluir o empresário Ricardo Magro, dono da Refit, na lista da Interpol.
- Com a inclusão, Magro passa a ser procurado internacionalmente em 196 países.
- A Polícia Federal (PF) encaminhou o pedido à Interpol, que fará a análise antes de tornar a posição efetiva.
- A operação envolve suspeitas de sonegação de impostos que chegariam a R$ 56 bilhões.
- O ex-governador do Rio de Janeiro também é alvo de buscas na ação.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinou a inclusão do empresário Ricardo Magro, dono da Refit, na lista da Interpol. Com a inclusão, ele passa a ser procurado internacionalmente em 196 países. O pedido partiu da Polícia Federal e, após encaminhado, passa por análise da entidade.
A operação da PF ocorreu nesta sexta-feira e mira a prática de sonegação de impostos que chegariam a R$ 56 bilhões. O ex-governador do Rio de Janeiro também é alvo de buscas na ação.
Se a solicitação for aceita, Magro poderá ser preso em qualquer país que integre a rede de policiamento internacional. A Interpol ainda não divulgou prazo para conclusão da análise.
Desdobramentos e próximos passos
A Polícia Federal informou que a investigação continua em andamento, com apurações sobre as empresas envolvidas e demais possíveis colaboradores. Não há confirmação de prisões além das medidas já anunciadas.
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