- A Polícia Federal afirma que o governo do Rio de Janeiro criou um ambiente propício para atividades espúrias atribuídas à Refit, ligada ao empresário Ricardo Magro.
- Segundo os investigadores, esse cenário contou com a anuência do Estado, especialmente do então governador Cláudio Castro (PL).
- A apuração sustenta que o ambiente favorável às ações do conglomerado foi construído durante a gestão estadual.
- O conteúdo da investigação está em atualização.
A Polícia Federal sustenta que o governo do Rio de Janeiro, à época chefiado pelo governador Cláudio Castro, teria permitido a existência de um cenário propício a atividades associadas à Refit, empresa ligada ao empresário Ricardo Magro. A acusação faz parte de uma apuração em curso.
Segundo a PF, o ambiente favorável às supostas atividades espúrias do conglomerado foi construído com a anuência do Estado, especialmente com o então chefe do Poder Executivo, o governador Cláudio Castro. As informações constam em material investigativo em andamento.
A investigação permanece em andamento, sem detalhar datas específicas ou ações de origem. Até o momento, o objetivo é esclarecer eventuais responsabilidades administrativas e a relação entre o governo fluminense e o grupo ligado a Magro.
Não há, até o momento, divulgação de dados que indiquem conclusão ou julgamento. As informações destacam apenas a linha de investigação em curso, sem apresentar posicionamentos ou opiniões sobre as partes envolvidas.
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