- Governistas dizem que os últimos dez dias foram positivos para Lula e que o vento “soprou a favor” desde o encontro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em maio.
- A percepção é de que a imagem do presidente melhorou pela reação à reunião com Trump e por propostas como o Desenrola 2.0 e medidas de segurança pública.
- Também pesa o fim da cobrança do imposto para compras internacionais até US$ 50, conhecido como “taxa das blusinhas”.
- Alegam que o desgaste do principal rival nas pesquisas, o senador Flávio Bolsonaro, deve impactar os números eleitorais, sobretudo com a divulgação do áudio dele pedindo dinheiro ao dono do Banco Master.
- Há ainda menção ao desgaste de adversários com a operação da Polícia Federal envolvendo o Master contra o senador Ciro Nogueira e a reação de bolsonaristas ao caso da empresa Ypê.
Aliados próximos ao Planalto consideram que os últimos dez dias foram positivos para o presidente Lula. O conjunto de ações desde o encontro com o presidente dos EUA, Donald Trump, em 7 de maio é visto como movimento que favorece a imagem do governo e sustenta a estratégia de reeleição.
A avaliação aponta como destaque a renegociação de dívidas, com o Desenrola 2.0, e medidas ligadas à segurança pública, além da ampliação de benefícios no varejo com exceção de imposto para compras internacionais até US$ 50, conhecido como a “taxa das blusinhas”.
O governo também celebra a divulgação de medidas econômicas, sem elevar a carga tributária, como parte de um pacote que busca manter o ânimo de trabalhadores e empresários. A percepção interna é de alinhamento entre agenda econômica e social.
Paralelamente, o desgaste do adversário político é citado como elemento relevante. A avaliação fala sobre o áudio que envolve Flávio Bolsonaro solicitando repasse ao dono do Banco Master, com potencial impacto em pesquisas futuras.
A aliados, o efeito da operação da Polícia Federal contra o senador Ciro Nogueira, aliado de Flávio, é apontado como desdobramento que pode favorecer Lula no curto prazo. Ações de bolsonaristas também são mencionadas no contexto do caso Ypê.
Por fim, o Planalto sinaliza que o conjunto de ações em dívida pública, segurança pública e agenda externa pode sustentar o foco na reeleição, mantendo o ritmo de propostas apresentadas ao longo das últimas semanas.
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