- Marina Silva condiciona a possibilidade de concorrer ao Senado por São Paulo à decisão entre ela e o ex-ministro Márcio França.
- A pré-candidatura de Fernando Haddad ao governo de São Paulo e a participação de Simone Tebet estão definidas; a segunda vaga fica em aberto entre Marina e França.
- Em Limeira, durante o 3º Fórum Mulheres na Política, Marina destacou a sub-representação feminina no Congresso e nos parlamentos estadual e federal.
- O tabuleiro eleitoral paulista aponta para a chapa de Lula com Tebet já confirmada para o Senado e Haddad para o governo; o segundo nome está em disputa.
- Também persiste a dúvida sobre quem será o vice de Haddad, com possibilidade de Marina ou França ocupar essa posição na chapa.
A ex-ministra Marina Silva condicionou sua candidatura ao Senado por São Paulo à definição sobre quem integrará a chapa ao lado da senadora Simone Tebet. A fala ocorreu em entrevista à EPTV, em Limeira, durante o 3º Fórum Mulheres na Política.
Marina afirmou que a segunda vaga ao Senado está sendo debatida entre ela e o ex-ministro Márcio França, que comandou a pasta do Empreendedorismo no governo Lula. A decisão depende de acordo interno no grupo que apoia a candidatura de Haddad ao governo estadual.
No evento, a ex-ministra destacou a sub-representação feminina no Congresso. Ela ressaltou que apenas 18% das 513 vagas de deputados são ocupadas por mulheres, assim como 18% dos 81 senadores.
Tabuleiro em São Paulo
A definição de quem compõe a chapa para o Senado ainda não ocorreu. Marina ou Márcio França devem integrar a lista ao lado de Simone Tebet, conforme o planejamento do grupo que apoia Haddad na disputa estadual.
Na corrida ao governo, Haddad já teve o nome definido. A chapa petista trabalha, ainda, a definição do vice, que pode vir de Marina ou França, dependendo do desfecho da negociação para o Senado.
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