- Marivaldo Pereira, ex-subchefe da Casa Civil e ex-secretário de Assuntos Legislativos, é cotado pelo PT para disputar uma vaga na Câmara pelo Distrito Federal em 2026.
- Ele atuou no Ministério da Justiça, com passagens pela Secretaria de Reforma do Judiciário (2010) e pela Secretaria de Assuntos Legislativos (2011‑2014).
- Voltou ao Ministério da Justiça no terceiro governo Lula, assumindo a Secretaria de Acesso à Justiça em 2023; em 2024 tornou-se secretário Nacional de Assuntos Legislativos.
- Ruth Venceremos, ex-assessora da Secom do governo Lula, também é cotada para disputar a Câmara; disputou eleição em 2022 e ficou como primeira suplente da federação PT‑PCdoB‑PV.
- A ideia é formar chapas competitivas no DF, com perfis distintos: Marivaldo tem atuação institucional, enquanto Ruth privilegia militância social e diversidade.
Marivaldo Pereira é cotado para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados pelo Distrito Federal nas eleições de 2026. O ex-secretário da pasta teve atuação relevante na estrutura do Ministério da Justiça durante os governos Lula e Dilma, ocupando cargos ligados à relação com o Congresso e ao acesso à Justiça. A indicação surge em meio à movimentação de petistas para compor chapas competitivas no DF.
Pereira já ocupou o cargo de subchefe-adjunto para Assuntos Jurídicos da Casa Civil (2007-2010). Em 2010, assumiu a Secretaria de Reforma do Judiciário, no Ministério da Justiça, e depois foi secretário de Assuntos Legislativos (2011-2014). No atual ciclo, voltou ao MJ, como Secretário de Acesso à Justiça em 2023, passando, em 2024, a ser secretário Nacional de Assuntos Legislativos.
Entre os cotados também aparece Ruth Venceremos, ex-assessora da Secom da Presidência no governo Lula. Venceremos disputou uma vaga em 2022 pelo DF, ficando como 1ª suplente da federação PT-PCdoB-PV. A possível candidatura de Ruth seria mais voltada a pautas de mobilização social e diversidade.
Perfis distintos
Marivaldo tem histórico institucional, com atuação na formulação legislativa e na articulação com o Congresso. A leitura é de que ele apareceria com apelo técnico e institucional, ligando-se a áreas de governo e Justiça.
Ruth, por sua vez, tem trajetória ligada à militância, comunicação e cultura. Caso incline-se pela candidatura, o objetivo seria agregar setores progressistas e ativistas, com foco em pautas sociais.
Contexto eleitoral no DF
A mobilização de nomes do entorno do governo federal busca compor chapas fortes para o DF, com candidatos que já detenham mandato, suplência de eleições anteriores e vínculos institucionais. Os debates internos ganham peso à medida que partidos da base de Lula definem estratégias para 2026.
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