- O Long Island Rail Road (LIRR) interrompeu as operações pouco depois da meia-noite de sexta-feira, após cinco sindicatos representando metade dos funcionários cruzarem os braços.
- O serviço atende cerca de duzentos e cinquenta mil passageiros por dia.
- Sindicatos e a Autoridade de Trânsito Metropolitano (MTA) seguem há meses sem acordo, com impasse em salários e prêmios de assistência médica.
- A governadora do estado, Kathy Hochul, apareceu ao lado do líder da MTA e disse estar pronta para ajudar as negociações conforme a greve se estende até segunda-feira, 18 de maio.
- “Ninguém vence em uma greve”, afirmou Hochul ao mencionar a situação.
O serviço da Long Island Rail Road (LIRR) parou logo após a meia-noite de sexta-feira, quando cinco sindicatos, representando cerca de metade da força de trabalho, cruzaram os braços. A LIRR atende aproximadamente 250 mil passageiros por dia.
As negociações entre os sindicatos e a Metropolitan Transportation Authority (MTA), órgão público que administra o serviço, estão emperradas há meses. O impasse gira em torno de salários e prêmios de assistência médica.
O governador de Nova York, Kathy Hochul, apareceu ao lado do CEO da MTA e afirmou que o governo está disposto a atuar para facilitar as tratativas, mesmo com a greve em curso até segunda-feira, 18 de maio.
A paralisação suspendeu operações na principal linha de trem da região e afeta o fluxo de deslocamentos entre Nova York e os subúrbios do leste. A longa espera por acordos já impacta a rotina de moradores e trabalhadores.
Segundo autoridades, a greve envolve parte significativa da força de trabalho da LIRR, que opera em horários de pico e fora deles, dificultando o planejamento de viagens dos usuários.
Históricos de negociações apontam para divergências entre salários e custos com planos de saúde, com as partes tentando chegar a um acordo que permita retomar as atividades o quanto antes.
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