- No Rio de Janeiro, o número 2222 passa a ser disputado pelo candidato do PL à Câmara, substituindo o uso anterior pela deputada Soraya Santos.
- Em São Paulo, a sequência 2222 estava reservada para Renato Bolsonaro, mas há baixa probabilidade de ele ser eleito.
- O deputado federal Mário Frias afirmou a aliados que Eduardo Bolsonaro lhe prometeu o número após ele ter sido preterido na indicação ao Senado, que ficou com André do Prado.
- O 2222 é considerado de fácil identificação pelo eleitorado, o que pode favorecer inserções no rádio e na TV.
- O PL busca entre 110 e 120 deputados federais em outubro; a sigla encerrou a janela partidária em abril com crescimento de 86 para 97 cadeiras.
O PL tem disputa interna pelo uso do número 2222 para candidatos a deputado federal no Rio de Janeiro e em São Paulo. A decisão envolve qual candidato poderá explorar a identificação do dígito nas campanhas.
No Rio, o número já foi utilizado pela deputada Soraya Santos na eleição anterior. Agora, o senador Carlos Portinho deve usar os dígitos em sua campanha para a Câmara dos Deputados.
Em São Paulo, o 2222 estava reservado para Renato Bolsonaro, irmão do ex-presidente. Levantamentos internos indicam, porém, baixa probabilidade de sua eleição.
Declarações e desdobramentos
O deputado Mário Frias afirmou a aliados que Eduardo Bolsonaro lhe prometeu o número quando não foi indicado para o Senado. A vaga acabou indo para o deputado estadual André do Prado.
A decisão sobre o 2222 no estado paulista ocorre em meio a negociações internas e à expectativa de visibilidade de campanha via rádio e TV, com o dígito de fácil identificação.
O PL também mira ampliar a bancada federal, com meta entre 110 e 120 deputados nas eleições de outubro. A sigla encerrou a janela partidária em abril crescendo de 86 para 97 parlamentares.
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