- O vice-presidente Geraldo Alckmin discursou na abertura da Marcha dos Prefeitos, em Brasília, às 11h10, representando o presidente Lula, que cumpre agenda em São Paulo.
- O plenário dividiu-se entre vaias e aplausos, e Alckmin foi vaiado ao iniciar o discurso e também ao terminar, por volta das 11h30.
- A edição deste ano prevê sabatina de pré-candidatos à Presidência, incluindo Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado; Lula não participou da sabatina.
- Além de Alckmin, estiveram presentes ministros que representam Lula — Luiz Marinho, Esther Dweck, Gustavo Feliciano e José Guimarães —, e presidentes da Câmara e do Senado.
- Alckmin afirmou que Lula jamais perguntou a prefeito de que partido ele é, elogiou o “espírito republicano” e disse que Lula receberá o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, e representantes municipalistas, na quarta-feira.
O vice-presidente Geraldo Alckmin foi vaiado ao iniciar o discurso na abertura da Marcha dos Prefeitos, em Brasília, nesta terça-feira (19/5). O ato ocorreu durante a fala de Alckmin, que representava o presidente Lula, que cumpre agenda em São Paulo. A plateia reagiu com vaias e também aplaudiu em momentos do pronunciamento.
Alckmin discursou por cerca de 20 minutos, iniciando com um cumprimento aos presentes. O plenário separou-se entre manifestações de apoio e de crítica, que foram ouvidas mesmo durante a transmissão oficial do evento.
Representação e agenda
O episódio repete situações vistas em edições anteriores da Marcha dos Prefeitos, que reúne prefeitos, vereadores e gestores municipais. Nesta edição, o evento contará com sabatina de pré-candidatos à Presidência, incluindo Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado. Lula não participou da sabatina.
Além de Alckmin, ministros que acompanham a abertura representando Lula foram: Luiz Marinho (Trabalho), Esther Dweck (Gestão e Inovação), Gustavo Feliciano (Turismo) e José Guimarães (Relações Institucionais). Também estiveram presentes os presidentes da Câmara e do Senado.
Observação do discurso
Durante o balanço de ações do governo Lula, Alckmin afirmou que o presidente nunca questionou a filiação partidária de prefeitos. Ele criticou a ideia de governantes serem “capitães do mato” que perseguem lideranças por filiação partidária ou ameaçam com a falta de dinheiro público.
Alckmin mencionou ainda a expectativa de encontro com o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, na quarta-feira (20/5). Segundo o vice, representantes de associações municipalistas participarão do encontro para debater temas do setor.
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