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Dino afirma ter sido ameaçado por funcionária de companhia aérea

Ministro Flávio Dino afirma ter recebido ameaça de morte de funcionária de companhia aérea, defendendo educação cívica antes das eleições

Flávio Dino defende que empresas façam campanhas de educação cívica, sobretudo antes das eleições de outubro.
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  • O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, afirmou ter sido alvo de ameaça de morte feita por funcionária de uma companhia aérea, relato divulgado em publicação nas redes sociais na segunda-feira, 18 mai 2026.
  • Dino disse que a funcionária olhou um cartão de embarque com seu nome e comentou a um agente da polícia judicial que tinha vontade de xingá-lo, depois disse que seria melhor matar do que xingar.
  • O ministro afirmou que tais manifestações, atribuídas à sua atuação no STF, podem ter sido isoladas, mas com o avanço do calendário eleitoral poderiam não ser.
  • Ele pediu que empresas promovam campanhas de educação cívica, sobretudo antes das eleições de outubro.
  • O presidente do STF, Edson Fachin, condenou a ameaça, ofereceu solidariedade a Dino e ressaltou a importância da civilidade, tolerância e respeito mútuo.

O ministro Flávio Dino, do STF, afirmou ter sido alvo de ameaça de morte feita por uma funcionária de uma companhia aérea. A situação foi relatada por ele em uma publicação nas redes sociais nesta segunda-feira, dia 18 de maio de 2026.

Segundo Dino, a funcionária olhou o cartão de embarque com seu nome e manifestou a vontade de xingá-lo a um agente da polícia judiciária. Em seguida, esclareceu que seria melhor matar do que xingar. Ele não o conhecia e afirmou que tais manifestações teriam relação com sua atuação no STF.

Dino pediu que as empresas promovam campanhas de educação cívica, especialmente antes das eleições de outubro. O ministro ressaltou que indivíduos têm livre opinião e voto, mas situações de agressão contra consumidores devem ser prevenidas.

Apoio institucional

O presidente do STF, ministro Edson Fachin, condenou a ameaça e manifestou solidariedade ao colega. Fachin destacou que divergências de ideias não justificam ódio, violência ou agressões pessoais, reforçando a importância da civilidade e do respeito.

A assessoria de Dino foi contatada pela Agência Brasil, que informou não trazer detalhes adicionais neste momento. O caso segue sob apuração, com o objetivo de esclarecer as circunstâncias e responsabilidades.

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