- Mais de quinze mil gestores municipais estão em Brasília na Marcha dos Prefeitos, para cobrar pautas e mais recursos para os municípios.
- No Congresso, dezesseis pautas em discussão podem impactar até R$ 295 bilhões nas prefeituras; entre elas, a aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, estimada em R$ 103 bilhões, e o fim da escala seis por um também preocupa.
- O presidente da Confederação Nacional de Municípios, Paulo Ziulkoski, disse que seria preciso contratar setecentos e trinta mil funcionários para manter serviços com a redução de horário, perguntando qual seria o impacto financeiro, citado como R$ cinquenta bilhões.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi representado pelo vice-presidente, Geraldo Alckmin, que destacou a importância da cooperação entre União, estados e municípios e comentou sobre o tratamento de lideranças sem perseguição partidária.
- O presidente da Câmara, Hugo Motta, defendeu as emendas parlamentares, afirmando que são instrumentos legais para atender demandas dos municípios e comunidades distantes, e que há tentativas de criminalizar seu destino.
Mais de 15 mil gestores municipais ocupam Brasília nesta semana para a Marcha dos Prefeitos. O objetivo central é cobrar do governo pautas em defesa dos municípios e ampliar os recursos disponíveis. Prefeitos e secretários participam do evento.
Entre as reivindicações, está a redução de despesas dos municípios. No Congresso, 16 pautas em discussão podem impactar R$ 295 bilhões nas prefeituras, com ênfase em aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde e de combate a endemias, estimada em R$ 103 bilhões.
Um ponto preocupante para as entidades é a possível ampliação de encargos com a redução de horários. A Confederação Nacional de Municípios aponta necessidade de contratação de dezenas de milhares de servidores para manter serviços.
Geraldo Alckmin, vice-presidente da República, representou o presidente Lula no ato. Em meio a vaias e aplausos, ele destacou a cooperação entre União, estados e municípios e criticou ações contra prefeitos por filiação partidária, citando uso de recursos públicos.
Alckmin afirmou que governantes não devem ser alvo de perseguição por questões partidárias e que a orfandade administrativa compromete a continuidade de serviços. Segundo ele, a parceria federativa é essencial para manter investimentos.
O presidente da Câmara, Hugo Motta, defendeu as emendas parlamentares. Ele ressaltou que as emendas são instrumentos legais de participação do Congresso no orçamento e destinam recursos a municípios e comunidades distantes.
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