- O PT confirmou que o senador Rodrigo Pacheco não disputará o governo de Minas Gerais nas eleições de outubro.
- Com isso, a legenda reabre negociações para montar um novo palanque no segundo maior colégio eleitoral do país.
- O objetivo é construir uma candidatura forte para apoiar o presidente Lula em Minas Gerais.
- Pacheco era visto como o nome preferencial do governo e do PT, mas não confirmou a pré-candidatura; ele mudou do PSD para o PSB em abril.
- Em março, ele indicou possíveis nomes para uma aliança majoritária em Minas, como Marília Campos, Kalil, Gabriel Azevedo e Tadeu Leite.
O PT confirmou que o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) não será candidato ao governo de Minas Gerais nas eleições de outubro. A decisão afeta a estratégia do partido para apoiar o presidente Lula no segundo maior colégio eleitoral do país.
Segundo o presidente nacional do PT, Edinho Silva, o partido reabre as negociações para construir um novo palanque no estado. A reabertura ocorre após a desistência de Pacheco, que era visto como principal aliado do governo em Minas.
Pacheco não confirmou pré-candidatura e vinha mantendo conversas com o PT e o próprio Edinho Silva. Em abril, ele trocou o PSD pelo PSB, movimento interpretado como possível passo para viabilizar uma composição eleitoral no estado.
Contexto
A ideia era que o senador liderasse um projeto local alinhado à campanha de reeleição de Lula, fortalecendo a atuação petista em Minas. Nomes como a prefeita de Contagem, Marília Campos, estavam entre as possibilidades citadas para compor uma aliança majoritária.
Edinho Silva mencionou, em entrevista ao Warren Investimentos, que a legenda trabalha para montar um palanque forte para Lula em Minas, com conversas em curso com várias lideranças locais. A disputa mineira segue como um dos focos estratégicos do PT neste ciclo eleitoral.
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