- Vereadora Janaína Paschoal criticou a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência, dizendo que ele pode inviabilizar alianças e candidaturas da direita nos estados.
- Ela afirmou que Flávio “vai começar a contaminar as boas candidaturas aos governos dos estados” e recomendou que Tarcísio de Freitas e Sergio Moro se afastem dele.
- Janaína disse não ter questões pessoais contra a família Bolsonaro, destacando que deseja muito bem ao Brasil.
- As críticas ocorrem após reportagem sobre negociações entre Flávio e Daniel Vorcaro, fundador do Master, para financiar o filme Dark Horse, com aporte de cerca de US$ 24 milhões.
- Pesquisas recentes mostraram Lula à frente de Flávio em cenários de 1º e 2º turno; Flávio acionou o Tribunal Superior Eleitoral contra a AtlasIntel/Bloomberg, que questionou a metodologia.
A vereadora de São Paulo, Janaína Paschoal, voltou a criticar a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência. Ela afirmou, nas redes sociais, que a aproximação dele com o cenário nacional pode atrapalhar alianças e candidaturas da direita nos estados. O comentário ocorreu nesta quarta-feira, 20 de maio.
Segundo Janaína, Flávio Bolsonaro tende a comprometer coligações estaduais que vivem em um momento decisivo de montagem de chapas, o que, na visão dela, prejudicaria governos locais já consolidados. Ela reforçou a necessidade de cautela por parte de aliados da direita.
A vereadora avisou nomes como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o senador Sergio Moro para manter distância do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, citando eleições praticamente definidas. Afirmou que a prudência é essencial para evitar impactos negativos.
As críticas ocorrem em meio à repercussão de uma reportagem do Intercept Brasil sobre negociações envolvendo Flávio Bolsonaro, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e o projeto de financiamento do filme Dark Horse. O material aponta possível aporte financeiro para a produção.
Relatórios de mercado e pesquisas indicaram desgaste do senador após o levantamento da AtlasIntel/Bloomberg, que mostrou Lula à frente de Flávio em cenários de primeiro e segundo turno. Em resposta, o senador acionou o Tribunal Superior Eleitoral contra a publicação.
O PL, partido de Flávio Bolsonaro, informou que a ação judicial questiona a metodologia da pesquisa, alegando que o questionário pode ter induzido respostas negativas sobre o deputado. O partido sustenta que a composição das perguntas e a associação com Vorcaro contaminam os resultados.
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