- O senador Cleitinho Azevedo exibiu uma pizza e uma nota de R$ 50 no Senado nesta quarta-feira para defender a PEC 6×1, que prevê o fim da escala 6×1.
- Ele afirmou que o valor de um dia de trabalho, R$ 50, não é suficiente para comprar uma pizza.
- Durante o discurso, o parlamentar criticou a rotina de trabalho dos congressistas e pediu prioridade para a redução da jornada de trabalho, mencionando possibilidade de semi-presencial na próxima semana.
- A comissão especial adiou para segunda-feira, 25 de maio, a apresentação do parecer do relator, Leo Prates, em meio a pressões de empresários, oposição e Centrão.
- Partidos de direita defendem uma transição de dez anos, a redução do FGTS e a exclusão de categorias consideradas essenciais da proposta, conforme acordo entre relator, presidente da Câmara e líder do governo.
O senador Cleitinho Azevedo, do Republicanos de Minas Gerais, exibiu uma pizza na tribuna do Senado e mostrou uma nota de R$ 50 durante seu discurso nesta quarta-feira, 20 de maio. O objetivo foi defender o avanço da PEC 6×1, que propõe o fim da escala de trabalho 6 por 1. O momento foi registrado pelo próprio parlamentar e publicado nas redes sociais nesta quinta-feira, 21 de maio. A ação buscou ilustrar que o valor de um dia de trabalho, cerca de R$ 50, não é suficiente para comprar uma pizza.
A manifestação ocorreu durante a defesa da redução da jornada de trabalho no Congresso. Cleitinho também criticou a rotina de atuação dos parlamentares e cobrou prioridade para a PEC 6×1, citando a necessidade de maior eficiência no Legislativo.
Avanço da PEC 6×1 e adiamento da votação
A Comissão Especial que analisa a proposta adiou para segunda-feira, 25 de maio, a apresentação do parecer do relator Leo Prates, do Republicanos da Bahia. O texto seria apresentado nesta quarta, mas houve mudança no cronograma.
A mudança ocorreu em meio a pressão de setores do empresariado, partidos de oposição e integrantes do Centrão. Entre os pontos defendidos pela direita estão uma transição de 10 anos, a redução do FGTS e a exclusão de categorias consideradas essenciais da proposta.
A decisão final sobre o relatório resultou de reunião entre o relator Leo Prates, o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o líder do governo na Casa, Paulo Pimenta. A pauta continua sob avaliação, sem data marcada para votação.
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