- A Polícia Federal desistiu da proposta de delação premiada do ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, o que animou o entorno de Paulo Henrique Costa.
- Fontes dizem que a PF estaria mais aberta a ouvir Costa e que este pode ser o momento ideal para assinar o acordo de delação.
- Costa está preso há mais de um mês e a colaboração ainda não foi homologada.
- Familiares de Costa dizem que ele está reunindo material contundente para convencer autoridades sobre a delação.
- O criminalista Davi Tangerino mantém a defesa de Costa; a permanência dele é vista como sinal positivo para a possibilidade de acordo.
Após a Polícia Federal desistir da delação premiada de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, surgiram sinais de novo impulso em relação à delação de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB. A informação foi veiculada pela imprensa, com base em fontes do entorno de Costa.
Fontes próximas a Costa dizem que a PF estaria mais receptiva a ouvir o ex-presidente do BRB e que este seria o momento ideal para fechar um acordo de delação. Costa está detido há mais de um mês, sem homologação da colaboração.
Familiares de Costa afirmam à CNN que ele está reunindo material contundente para apresentar às autoridades. A expectativa ocorre em meio à saída do advogado Eugênio Aragão, que deixou a defesa após divergências sobre as negociações.
Nesta quinta-feira, o criminalista Davi Tangerino confirmou à CNN que continua à frente da defesa de Costa. A indicação de continuidade de negociações de delação sugere que o acordo pode reativar o andamento processual do caso.
Observa-se que a atenção se volta para o potencial desfecho de uma eventual colaboração, com foco em dados que possam esclarecer operações envolvendo o BRB e eventuais irregularidades associadas. A situação permanece sujeita a confirmações oficiais.
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