- Deolane Bezerra foi presa preventivamente após depoimento na sede da Polícia Civil, sob acusação de integrar o braço financeiro de uma rede de lavagem de dinheiro ligada ao Primeiro Comando da Capital.
- Ao deixar o local, com escolta, a influenciadora afirmou: “A Justiça vai ser feita” e foi transferida para a Penitenciária Feminina de Santana, onde ficará durante a noite.
- A audiência de custódia está marcada para amanhã, para verificar a legalidade da prisão e se os direitos constitucionais foram respeitados durante a abordagem.
- A defesa pretende pedir a revogação da prisão ou a transformação em prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica; há ainda uma grande quantidade de provas, incluindo bloqueio de R$ 27 milhões.
- A fala de Deolane nas redes dividiu opiniões, com apoiadores dizendo que ela vai superar e críticos cobrando rigor das autoridades nas investigações da Operação Vérnix.
A influenciadora e advogada Deolane Bezerra foi presa em São Paulo após prestar depoimento por horas na sede da Polícia Civil, no centro da cidade. A prisão preventiva é ligada a investigações em torno de lavagem de dinheiro associadas ao PCC. Ela deixa o prédio com escolta de agentes e segue para a penitenciária.
A polícia aponta que Deolane integraria o braço financeiro de uma organização criminosa. A detenção ocorreu nesta quinta-feira, e a empresária foi transferida para a Penitenciária Feminina de Santana, na Zona Norte, onde deverá permanecer durante a noite.
A Justiça marcó a audiência de custódia para sexta (22). O objetivo é verificar a legalidade da prisão e a preservação dos direitos de Deolane durante a abordagem em Alphaville. A defesa pode pedir a revogação ou a prisão domiciliar com uso de tornozeleira.
Provas e cenário processual
A defesa enfrenta um grande volume de provas, incluindo o bloqueio de cerca de R$ 27 milhões e a apreensão de dinheiro em posse de um operador financeiro, o que aumenta a complexidade da liberação imediata. A audiência de custódia não julgará as acusações, apenas a legalidade da prisão.
Reações nas redes sociais divergem entre apoio aos direitos da empresária e críticas às investigações. Internautas citam a atuação das autoridades e a necessidade de apuração rigorosa, com base em evidências apresentadas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público.
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