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Entidades buscam recursos públicos

Cartum satiriza a liberação de distribuição de bens públicos em ano eleitoral, sugerindo compra de votos pelo Senado e pelo Planalto

Davi Alcolumbre, presidente do Senado, e Lula
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  • Um cartum retrata o Senado liberando a distribuição de bens, valores e benefícios pelo poder público em ano eleitoral, conforme a ilustração.
  • Na cena, Davi Alcolumbre, presidente do Senado, carrega um saco de dinheiro identificado como “Bondades eleitorais” e pergunta: “Quem quer dinheiro?”
  • Lula aparece no centro da imagem, também com saco de dinheiro marcado “Bondades eleitorais” e diz: “Vou cobrar direitos autorais!”
  • O cenário é a Praça dos Três Poderes, em Brasília, com várias cédulas voando para simbolizar a suposta abundância de recursos públicos.
  • Um cachorro na cena comenta que o Senado liberou a distribuição de bens, valores e benefícios pelo poder público em ano eleitoral.

Um cartum publicado pela Folhapress, datado de 21 de maio de 2026, retrata a Praça dos Três Poderes, em Brasília. A cena envolve o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o presidente Lula, em uma leitura satírica sobre recursos públicos em ano eleitoral.

No desenho, Alcolumbre carrega um saco grande marcado como “Bondades eleitorais” e lança notas de real para o chão. Ao fundo, Lula aparece com o mesmo tipo de saco, em tom crítico ao uso de recursos públicos durante o período eleitoral.

Um cachorro, central na composição, comenta o tema da tirinha, sugerindo a percepção de que o Senado estaria liberando distribuição de bens, valores e benefícios pelo poder público em ano eleitoral. A obra busca provocar reflexão.

As imagens são creditadas a Cláudio de Oliveira, com fotografia de Cláudio/Folhapress. A peça utiliza recurso visual para provocar análise sobre possíveis decisões legislativas sob o contexto eleitoral, sem afirmar fatos.

A publicação não constitui notícia factual sobre ações específicas, mas produção satírica que mistura figuras públicas para comentar o debate sobre uso de recursos em campanhas. Fontes oficiais não são citadas na obra.

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